Filipe Araújo/Estadão
Filipe Araújo/Estadão

Veja todas as sabatinas do 'Estadão' com candidatos a prefeito de SP

Série de entrevistas com os nomes que disputam as eleições municipais na capital ocorreu entre 15 de outubro e 4 de novembro

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2020 | 10h00

O Estadão realizou entre 15 de outubro e 4 de novembro a série de sabatinas com os candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições 2020. Ao todo, foram entrevistados 11 candidatos filiados a partidos que têm representação no Congresso Nacional. Por causa da pandemia do novo coronavírus, as sabatinas ocorreram de forma virtual e com transmissão ao vivo pelo portal estadao.com.br.

As colunistas Eliane Cantanhêde e Vera Magalhãeseditora do BR Político, e a repórter especial Renata Cafardo mediaram as entrevistas, que também contaram com a participação de jornalistas do Estadão e perguntas gravadas por representantes de entidades da sociedade civil. 

A ordem dos candidatos foi definida em sorteio, realizado em reunião virtual com a presença de representantes das campanhas. Abaixo, confira os destaques das sabatinas: 

Bruno Covas (PSDB)

Prefeito e candidato à reeleição em São Paulo, Bruno Covas nacionalizou a campanha ao criticar a queda nos recursos federais repassados pelo governo Jair Bolsonaro à capital paulista. Segundo o prefeito, Bolsonaro "virou as costas" para São Paulo e o candidato apoiado por ele, Celso Russomanno, não ajudou a cidade a buscar recursos. Leia a entrevista completa e confira a checagem feita pelo Estadão Verifica.

Guilherme Boulos (PSOL)

O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, defendeu em sabatina a necessidade de se "construir um projeto de esquerda renovado". O candidato disse não enxergar o ex-secretário municipal Jilmar Tatto (PT) como um adversário na disputa municipal e ainda afirmou que as pautas bolsonarista e tucana estão "destruindo o País". Leia a entrevista completa e a checagem do Estadão Verifica

Celso Russomanno (Republicanos)

Candidato pelo Republicanos, Celso Russomanno reforçou sua relação com o presidente Jair Bolsonaro como solução para problemas da administração municipal. Durante a entrevista, ele voltou a falar que sua aproximação com o presidente criaria condições favoráveis em uma renegociação da dívida de São Paulo com o governo federal. O apresentador de TV declarou ainda ser contra a obrigatoriedade da vacinação contra o novo coronavírus. Veja a entrevista completa e a checagem do que o candidato falou

Arthur do Val (Patriota)

O deputado estadual e candidato do Patriota para as eleições municipais de São Paulo, Arthur do Val, afirmou que considera "populista" qualquer promessa de auxílio financeiro municipal. Segundo ele, a cidade não tem dinheiro para adotar esse tipo de política. O candidato ainda defendeu na sabatina a ideia de que a Prefeitura "só atrapalha" a vida das pessoas. Confira a entrevista completa e a checagem das declarações de Arthur do Val

Joice  Hasselmann (PSL)

A deputada federal Joice Hasselmann, candidata do PSL à Prefeitura de São Paulo, disse que a discussão sobre a criação de uma renda básica emergencial na cidade "é uma tentativa de compra de votos". Joice ainda criticou seu adversário Celso Russomanno, dizendo que o deputado é representante do Centrão, grupo que, segundo ela, "estuprou" o governo do presidente Jair Bolsonaro. Leia a entrevista e a checagem do Estadão Verifica

Marina Helou (Rede)

Candidata à Prefeitura de São Paulo pela Rede, a deputada estadual Marina Helou afirmou que a "nova política" não é representada, necessariamente, por alguém que se elege pela primeira vez a um cargo público, mas sim por aqueles que propõem políticas públicas de qualidade. Questionada sobre a obrigatoriedade de se filiar a partido para disputar eleições, Marina disse que é preciso melhor as legendas e não negá-las e defendeu a democracia representativa e partidária. Leia a entrevista e confira a checagem do Estadão Verifica.

Márcio França (PSB)

O ex-governador e nome do PSB, Márcio França, disse em sabatina que acredita ser o candidato de centro-esquerda com mais chance no segundo turno. Ele afirmou que os concorrentes desse campo político não querem ganhar eleição, “querem lacrar”. França ainda disse que o PT é injusto com Jilmar Tatto e que Celso Russomanno e Bruno Covas são candidatos com “sombras” maiores por trás, em referência ao presidente Jair Bolsonaro e ao governador João Doria (PSDB). Veja a entrevista e a checagem do Estadão Verifica

Jilmar Tatto  (PT)

Candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto defendeu a união do campo da esquerda no segundo turno das eleições 2020, e chegou a dizer que Guilherme Boulos é como um "irmão mais novo" para ele. Questionado sobre a aproximação entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), no entanto, disse não acreditar na sinceridade do pedetista. Veja aqui a entrevista completa e a checagem das declarações de Tatto

Orlando Silva (PCdoB)

O candidato a prefeito pelo PCdoB, Orlando Silva, defendeu medidas mais duras para enfrentar o racismo na cidade. Em sabatina, ele propôs punir estabelecimentos que registrem de forma reincidente casos de racismo com a cassação de seu alvará de funcionamento. Confira a entrevista com o candidato e a checagem do que ele disse.

Andrea Matarazzo (PSD)

Ex-ministro e ex-secretário, Andrea Matarazzo criticou a atual administração da cidade por não ter, segundo ele, elaborado e executado um plano que viabilizasse o retorno às aulas da rede pública municipal em meio à pandemia do novo coronavírus. Ele também acusou a gestão de não enfrentar o problema de frente por causa das eleições 2020, já que a maioria dos pais é contra a volta escolar. Veja a entrevista e a checagem do Estadão Verifica

 
 

Filipe Sabará

Expulso do Partido Novo por inconsistências no currículo e na declaração de patrimônio, Filipe Sabará teve a candidatura indeferida após a Justiça acatar o pedido movido pelo partido. No dia 30 de outubro, ele desistiu oficialmente da eleição. Na sabatina, realizada dia 21, o então candidato criticou a atuação do ex-presidente de seu partido João Amoêdo e acusou sigla de reter a transferência de dinheiro à sua campanha. Sabará disse ainda que os membros da comissão de ética da legenda ligados a Amoêdo têm investigado denúncias contra ele “de forma totalmente parcial”. Veja a entrevista e a checagem do Estadão Verifica

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