ALEX SILVA/ESTADÃO
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Resumo das Eleições 2018: Facebook derruba páginas pró-Bolsonaro e Marina apoia Haddad

Em pesquisa, Bolsonaro aparece com 57%; Mourão critica Eduardo Bolsonaro; veja o que foi destaque sobre as eleições 2018 nesta segunda-feira

O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2018 | 19h55

De segunda a sexta, o Estado publicará resumos com as principais notícias sobre as campanhas e o dia dos candidatos nas eleições 2018.

Confira abaixo os destaques desta segunda-feira, 22:

Marina declara voto crítico a Haddad no segundo turno das eleições

A candidata da Rede à presidência da República nas eleições 2018, Marina Silva, declarou seu apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) nesta segunda-feira, 22. Em nota, Marina disse que Bolsonaro representa um “risco iminente”, por isso não votará nele, mas que fará uma oposição democrática a Haddad.

 

Facebook remove grupo de páginas que apoiam Bolsonaro

O Facebook removeu nesta segunda-feira, 22, 68 páginas e 43 perfis que formavam uma rede pró-Bolsonaro. De acordo com a rede social, elas eram administradas por uma empresa que violava as regras de autenticidade e spam.

As contas foram criadas pela empresa Raposo Fernandes Associados (RFA), que foi  investigada pelo Facebook.

Pesquisa CNT: Bolsonaro tem 57% dos votos e Haddad 43%

O candidato do PSL à presidência da república, Jair Bolsonaro, tem 57% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa eleitoral realizada pelo instituto MDA divulgada nesta segunda-feira (22). Fernando Haddad, do PT, tem 43%.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e leva em conta apenas os votos válidas. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 Unidades Federativas.

Bolsonaro diz já advertiu filho sobre declaração envolvendo STF

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) disse em entrevista ao SBT nesta segunda-feira (22) que advertiu seu filho Eduardo Bolsonaro sobre a declaração em que o deputado federal reeleito por São Paulo diz que “bastaria apenas um soldado e um cabo para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF)”.

Bolsonaro disse que tem respeito aos demais poderes e que o filho já se desculpou pela declaração.

Haddad liga para FHC

Fernando Haddad telefonou para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) na tarde desta segunda, 22. De acordo com relatos, o tucano disse estar muito preocupado com as últimas manifestações de Jair Bolsonaro – sobre banir oposição, ativistas e veículos de imprensa – e com as declarações de Eduardo Bolsonaro sobre as possibilidade de fechar o STF. 

Haddad teria afirmado que a democracia está em “risco extremo”. No diálogo, o petista e o tucano não combinaram ações conjuntas e não falaram sobre apoio eleitoral.

 

Mourão critica fala de Eduardo Bolsonaro sobre STF e diz que PT já propôs o mesmo

Além de ser advertido por Jair Bolsonaro , o deputado federal Eduardo Bolsonaro recebeu críticas do candidato a vice-presidente na chapa do pai, general Mourão (PRTB), após dizer que o Supremo Tribunal Federal poderia ser fechar com apenas um soldado e um cabo.

Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira, 22, ao Broadcast Político, que as Forças Armadas jamais aceitariam tal situação. Mesmo com a crítica, o candidato a vice comentou que o PT, partido de Fernando Haddad, não recebeu as mesmas críticas quando o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) também propôs “fechar o Supremo Tribunal Federal”.

PSOL pede à PGR que investigue Eduardo Bolsonaro sobre fala contra STF

O PSOL protocolou uma representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado reeleito por São Paulo Eduardo Bolsonaro (PSL). O partido pediu que o parlamentar seja investigado por eventuais crimes ao ter dito que para fechar o Supremo Tribunal Federal bastaria “um soldado e um cabo”.

O PSOL afirma que o filho de Jair Bolsonaro “teria atentado contra o estado de direito, ameaçado contra a democracia e indo contra as instituições constitucionalmente estabelecidas”.

New York Times diz que Bolsonaro na presidência seria um prognóstico assustador

O jornal norte-americano The New York Times classificou a suposta vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno das eleições 2018 como um “prognóstico assustador. O jornal comparou, em seu editorial deste domingo (21), o ex-capitão a Donald Trump e diz que ele tem “pontos de vista repulsivos”.

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