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Política

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CPI da Covid retoma depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello; acompanhe

Após general ter mal-estar, sessão foi suspensa no fim da tarde de quarta, 19

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello participa nesta quinta, 20, da CPI da Covid. O depoimento iniciado na quarta foi retomado após a suspensão da sessão no dia anterior. 

 

Nesta quinta, Pazuello afirmou que o presidente Jair Bolsonaro participou da decisão de não aprovar a intervenção na saúde pública do Amazonas durante a crise da falta de oxigênio, em janeiro. O general afirmou que o chefe do Executivo estava presente em uma reunião ministerial que decidiu negar a intervenção. Segundo Pazuello, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), também estava presente no encontro e disse que a medida não era necessária. O ex-ministro culpou a secretaria estadual de saúde pela falta de oxigênio em Manaus no início do ano.

 

Na quarta, Pazuello tentou blindar Bolsonaro de qualquer tipo de responsabilidade sobre falta de vacinas ou incentivo do chamado tratamento precoce. Chegou a dizer que o presidente nunca lhe deu ordens diretas ou mesmo desautorizou medida tomada por ele, ignorando o caso relativo ao protocolo de intenção firmado – e depois cancelado – para compra da Coronavac.

 

Ele também disse que sempre defendeu medidas restritivas e afirmou que respondeu às ofertas da Pfizer. O ex-ministro ainda distorceu dados sobre a vacinação no País, discutiu com o relator Renan Calheiros e rebateu declaração do ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, que acusou "incompetência" do Ministério da Saúde na gestão do general.

  

Em resumo:

Quinta:

- Ex-ministro diz que Wajngarten nunca falou com ele sobre negociação com Pfizer

- Pazuello culpa secretaria de saúde do Amazonas por falta de oxigênio em Manaus

'Entrei no shopping de Manaus para comprar máscara, peço desculpas'

Quarta:

Pazuello diz que respondeu a ofertas da Pfizer e bate-boca com Renan

- Pazuello diz que sempre defendeu medidas restritivas

Pazuello distorce dados sobre vacinação

- Pazuello rebate Wajngarten e diz que não houve 'incompetência'

Pazuello diz que Carlos Wisard trabalhou na pasta por um mês

 

Veja a agenda da semana na CPI da Covid:

18/05 - Ernesto Araújo, ex-ministro das Relaçõe Exteriores. Veja como foi.

Ontem e hoje - Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

Previsto para esta quinta, o depoimento de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, foi adiado. A nova data ainda será definida pelos senadores.

 

Assista à sessão da CPI da Covid com depoimento de Eduardo Pazuello:

 

 

ACOMPANHE AO VIVO

Atualizar
  • 17h10

    20/05/2021

    Com a ordem do dia já aberta no plenário do Senado, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, encerrou a reunião desta quinta-feira, 20. Com isso, o ex-ministro Eduardo Pazuello chega ao fim de seus dois dias de depoimento à comissão. 

  • 17h07

    20/05/2021

    Senador Jean Paul Prates reproduz vídeo que desmente versão de Pazuello sobre aplicativo TrateCov

     

    O senador Jean Paul Prates (PT-RN) apresentou um vídeo que desmente a afirmação do ex-ministro Eduardo Pazuello de que o aplicativo TrateCov não havia entrado em operação e foi divulgado indevidamente por causa da ação de um hacker.

     

    No vídeo, de janeiro, o general fala sobre o lançamento da plataforma e defende o tratamento precoce que ele havia dito nunca ter recomendado. “A medicação pode e deve começar antes desses exames complementares. Essa vai ser a nossa retórica o dia inteiro”, declarou o general na ocasião.

     

    Apesar da apresentação do vídeo, Prates não voltou a inquirir o ex-ministro sobre a contradição e Pazuello ficou calado após a reprodução do vídeo.

     

    Fabiana Cambricoli

  • 16h41

    20/05/2021

    Pazuello disse que governo federal tinha um plano longo de combate à covid-19

     

    O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) pergunto ao ex-ministro da Saúde se o governo tinha um plano de combate à pandemia. Pazuello disse que havia um plano longo, mas que não foi implementado "porque o Superior Tribunal Federal (STF) limitou, não impediu, as ações do governo federal", segundo o general. 

     

    E continuou explicando: "O plano do governo era um plano estratégico, que recebi, já tinha sido discutido, ele é muito longo. Muitas coisas não foram implementadas pela posição de que as decisões seriam de Estados e municípios. Foi feito com o ministro Mandetta, o plano é completo, é nosso plano de contingência nacional, ele é completo e muito detalhado. E foi dele que trouxemos ferramentas de gestão e mandamos para todas as prefeituras do País." 

     

    Contarato destacou que o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em seu depoimento à CPI da Covid que a política de combate à covid-19 era definida pelo presidente. "Ele disse aqui que a política de combate à pandemia é do presidente da República e não do ministro da Saúde", disse Contarato.

     

    Fábia Renata

  • 15h56

    20/05/2021

    'O governo federal fez tudo e as pessoas estão insistindo em morrer?', questiona senadora 

     

    Em sua intervenção virtual na sessão da CPI da Covid, a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que é médica, perguntou a Pazuello, depois das explicações dadas em dois dias de depoimento à comissão: "o governo federal fez tudo e as pessoas é que estão insistindo em morrer?".

     

    Lembrou que quando Pazuello assumiu o Ministério, 16 mil brasileiros tinham morrido e, quando deixou a pasta, já eram mais de 300 mil. 

     

    Zenaide perguntou se o general conversou com o presidente Bolsonaro para tratar de erros na estratédia de combate à pandemia. Pazuello respondeu: "Despachei com o presidente semanalmente, ou quinzelmente, e apresentava o quadro de como estava a pandemia, apresentava os trabalhos que estávamos fazendo, não havia um direcionamento contrário ao que estávamos fazendo".

     

    Fábia Renata

  • 15h53

    20/05/2021

    Ao chegar para seu segundo dia de depoimento, o ex-ministro Eduardo Pazuello entrou na sala da CPI sem máscara, nesta quinta-feira, 20. 

     

    Foto: Gabiela Biló/Estadão

    Gabiela Biló/Estadão

  • 15h46

    20/05/2021

    Pazuello diz que mudança na divulgação dos dados da covid ocorreu para aprimoramento de sistema

     

    Questionado pela senadora Leila Barros (PSB-DF) sobre a tentativa de mudança na forma de divulgação dos dados de covid, em junho do ano passado, o ex-ministro Eduardo Pazuello disse que o apagão de informações foi temporário e ocorreu no período em que o Ministério da Saúde fazia uma transição para um sistema melhor.

     

    Ele declarou que a mudança foi necessária porque o modelo anterior de notificação dos dados causava atrasos. “Aquilo me incomodava porque os sistemas são alimentados por Estados e municípios. O sistema é bom, mas demora para ser alimentado. A gente só tem o ‘dado ouro’ com 14, 15 dias. Eram 60 dias anteriormente. Começou-se a buscar por telefone para saciar a informação do dia. Essas informações chegavam truncadas, faltando Estados. Aquilo foi causando um incômodo, havia todo dia uma mudança no horário.”

     

    O ex-ministro relatou que, diante dos atrasos, pediu uma mudança no sistema de divulgação das estatísticas, o que teria feito os dados saírem atrasados durante três dias.

     

    “A gente não conseguia fechar os dados às 17h, 18h, 19h20. Havia todo dia uma mudança no horário e as pessoas cobrando. Isso precisava ser mudado. Chamei minha equipe de inteligência de informações e mandei propor uma solução. Foram exatamente três dias, de quinta a sábado. No domingo, já colocamos o BI (painel) funcionando. O objetivo era muito nobre, sair de um modelo para outro”, disse.

     

    Na época, porém, a decisão do ministério de divulgar os dados somente às 22 horas e a possibilidade de que só fossem informadas as mortes ocorridas nas últimas 24 horas (o que deixaria de fora os dados registrados com atraso) foi associada ao descontentamento do presidente Jair Bolsonaro diante das notícias da imprensa sobre a escalada de casos e mortes por covid no País.

     

    Na ocasião, Bolsonaro chegou a declarar que “acabou matéria do Jornal Nacional”, referindo-se ao fato de que a divulgação dos dados passaria a ocorrer após o término do programa da TV Globo. Nessa época, os veículos de imprensa formaram um consórcio para coletar os dados diretamente das 27 secretarias estaduais.

     

    Fabiana Cambricoli

  • 15h25

    20/05/2021

    Pazuello nega ser o único responsável pela tragédia da pandemia no Brasil e diz que 'não comprou 1g de hidroxicloroquina'

     

    Questionado pela senadora Leila Barros (PSB-DF) sobre qual sua participação no número de mortos pela covid-19 no Brasil, e se o general se considera o único responsável pela tragédia sanitária, Pazuello afirmou: "Não sou o único responsável, claro que não. Há responsabilidade em todos os níveis de governo", disse, sem citar diretamente o presidente Jair Bolsonaro. 

     

    O ex-ministro negou ainda ter participação na crise do oxigênio em Manaus. Segundo Pazuello, "o fornecimento de oxigênio é de responsabilidade exclusiva do Estado do Amazonas e de seus dirigentes, seja na esfera estadual ou na esfera municipal. "Se eu tivesse sido acionado antes, teria agido antes. Mas não houve essa possibilidade." 

     

    Pazuello mais uma vez evitou tecer qualquer opinião sobre quais seriam as responsabilidades de Bolsonaro ao longo da crise sanitária, descartando comentar as declarações mais polêmicas já dadas por ele, como em relação às vacinas ou ao incentivo do tratamento precoce. "Não acompanhei todos os vídeos do presidente. Mas eu não concordo. Eu não comprei 1g de hidroxicloroquina, não incentivei."

     

    O general ainda se isentou de qualquer participação na decisão de alterar a forma como os dados da doença são divulgados pelo Ministério da Saúde, restando aos órgãos de imprensa, que se reuniram em um consórcio, assumir tal função desde então. 

     

    "O sistema é alimentado pelos Estados e municípios e isso demora. Em junho do ano passado (quando a pasta deixou de informar), levávamos quase 60 dias para chegarmos a um dado 'ouro'. Passamos a buscar por telefone números para saciar a informação do dia. Mas a pressão era muita. E só demoramos três dias para conseguirmos um novo modelo. "

     

    Adriana Ferraz

  • 15h11

    20/05/2021

    Pazuello diz que Wajngarten nunca falou com ele sobre negociação de vacina com a Pfizer

     

    O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) voltou a perguntar para o ex-ministro da Saúde sobre as negociações da compra da vacina com a Pfizer, especialmente sobre a participação do ex-secretário de Comunicações da Presidência, Fábio Wajngarten. O general Pazuello disse que não sabe e que nunca conversaram sobre o assunto. 

     

    "As ações do Fábio ele já colocou aqui e não sei dizer. Acredito que a estratgégia de venda da Pfizer, a forma agressiva da publicidade, aquilo ali é uma estratégia de empresa, ela veio muito forte para vender no Brasil, na América Latina, o que é normal", tentou justificar o general.

     

    Pazuello afirmou que as negociações com a Pfizer tiveram início em abril de 2020. O presidente da CPI da Covid insistiu, disse que achava estranho a interferência de Wajngarten, já que o Ministério da Saúde estava em negociação com a empresa americana.

     

    "Vossa excelência disse aqui que tinha toda autonomia para tratar desse assunto, não precisava consultar ninguém e como alguém do alto escalão do governo estava negociando essas vacinas? É essa a questão", disse Aziz.

     

    Em entrevista à revista Veja, Wajngarten disse que a demora na compra das vacinas da Pfizer foi incompetência do Ministério da Saúde.

     

    Fábia Renata

     

    Gabriela Biló/Estadão

  • 14h58

    20/05/2021

    Estadão Verifica: Senador exagera número de pessoas vacinadas no País

     

    O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que até esta quarta-feira, 19, haviam sido vacinados 60 milhões de brasileiros. A informação é falsa. De acordo com o portal LocalizaSUS, até o momento já foram aplicadas 55,411 milhões de doses. Destas, 37,574 milhões receberam a 1ª dose, e 17,837 milhões a 2ª dose. Portanto, até o momento, apenas 37,5 milhões de brasileiros foram vacinados.

     

    O senador ainda falou que o País é o 4º com o maior número de pessoas vacinadas. De acordo com dados do site Our World in Data, o Brasil é o 5º país com o maior número de doses administradas. No entanto, esse cálculo leva em consideração apenas o número absoluto de doses, tanto de 1ª quanto de 2ª dose.

     

    Comparando-se a porcentagem da população que foi vacinada com ao menos uma dose, o Brasil é o 54º que mais vacinou. Levando-se em conta a porcentagem da população vacinada com duas doses, o País ocupa a 48ª posição.

  • 14h40

    20/05/2021

    'Órgãos de controle tinham um 'crachá do ministério' da Saúde', diz Pazuello

     

    Depois de uma longa defesa da gestão do ex-ministro da Saúde, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE), suplente da CPI da Covid, pediu que Pazuello fizesse uma avaliação do trabalho dos órgãos de controle com o Minstério da Saúde. O general disse que a cooperação foi total, a ponto de "dar um crachá do ministério" para os órgãos.

     

    "Uma das primeiras medidas tomadas dentro do Ministério foram os acordos de cooperação, com todos os órgãos de controle e o objetivo era trazer os órgãos de controle para dentro do Ministério, para ter acesso a todas as senhas e a todos os processos, participação para que se discutisse junto os processos que estavam sendo ininciados, para que se pudesse corrigir no início, já na elaboração dos processos. Pegamos a Diretoria de Integridade, que é um órgão interno do Ministério e submetemos a ela todos os processos, que pelo protocolo do Ministério não eram submetidas a diretoria de integridade. Essa é a estratégia de controle interno e externo. Essa foi nossa forma de gerir, nosso objetivo era dar um 'crachá do ministério' para cada integrante de controle para que tivesse acesso a todos os locais e em qualquer hora", explicou o ex-ministro.

  • 14h30

    20/05/2021

    Pazuello diz que Bolsonaro participou de decisão de não intervir na crise do oxigênio no Amazonas

     

     

     

    O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello atribuiu ao presidente Jair Bolsonaro a decisão de não aprovar um pedido de intervenção na saúde pública do Amazonas durante a crise da falta de oxigênio, em janeiro. Em depoimento à CPI da Covid nesta quinta-feira, 20, o general afirmou que o chefe do Executivo estava presente na reunião ministerial que negou a providência.

  • 14h24

    20/05/2021

    Renan diz que Pazuello mentiu ao menos 14 vezes e volta a defender contratação de serviço de checagem para a CPI

     

    O senador e relator da CPI da covid, Renan Calheiros (MDB-AL), protestou contra as declarações falsas e distorcidas do ex-ministro Eduardo Pazuello e voltou a defender a contratação de um serviço de checagem para trabalhar durante a investigação. 

     

    “Diante do depoimento cheio de contradições e omissões do ex-ministro da saúde, é fundamental essa comissão parlamentar de inquérito contratar um serviço para fazer uma procura online da verdade, uma varredura das mentiras ou das verdades que estão sendo pronunciadas aqui”, declarou o senador.

     

    O relator da CPI disse ter identificado ao menos 14 falas do general que traziam informações enganosas. “Nós já tivemos uma primeira amostragem dessas contradições e inverdades. O depoente em 14 oportunidades mentiu flagrantemente, ousou negar suas próprias declarações. É uma nova cepa que estamos vendo aqui: a negação do negacionismo”, disse Calheiros.

     

    O senador diz que a posição do ex-ministro é um desrespeito com a CPI. “É tripudiar da investigação, é imaginar que palavras são jogadas ao vento em qualquer circunstância e em qualquer lugar. Nós precisamos que se respeite essa CPI”, defendeu. 

     

    Fabiana Cambricoli

  • 14h08

    20/05/2021

    ‘Estamos caminhando para ter um grande responsável: o ex-ministro Pazuello’, diz senador Rogério Carvalho

     

    Diante de declarações do ex-ministro Eduardo Pazuello para tentar blindar Jair Bolsonaro dos erros na condução da pandemia, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse ao general que, se o presidente não foi o responsável por ações como a promoção de remédios ineficazes e discursos antivacina, o ex-ministro será considerado o culpado pelo fracasso do País na resposta à pandemia.

     

    “Estamos caminhando para ter um grande responsável: o ex-ministro Eduardo Pazuello. O senhor disse que o presidente nunca deu ordens sobre sua área, que nunca contradisse uma das suas ordens, que não existe ministério paralelo. Se isso tudo for verdade, foi da sua decisão tentar limitar as ações de governadores sobre medidas restritivas, foi o senhor que orientou a defender a cloroquina e ser contra isolamento e distanciamento social, contra uso de máscaras e fornecimento. Então foi o senhor que deu informações a respeito das vacinas que levaram o presidente da República a desacreditá-las”, disse.

     

    Em seguida, Carvalho afirmou que o ex-ministro se contradiz e que alguém “está mentindo”. O senador pressionou o general a admitir que assumiu os rumos ditados por Bolsonaro. Pazuello voltou a afirmar que Bolsonaro não o pressionou a tomar decisões sobre a pandemia, mas ressaltou que não tomava decisões sozinho, mas sim de forma tripartite com Estados e municípios.

     

    Ao final de sua intervenção, Carvalho solicitou ao presidente da CPI que, diante das mentiras e distorções de Pazuello no depoimento, ele seja encaminhado ao Ministério Público. “Gostaria de requerer que essa oitiva de ontem e de hoje seja encaminhada ao MP baseada no artigo 342 do Código Penal, que afirma que não falar a verdade é crime”, disse o senador.

     

    Fabiana Cambricoli

  • 13h55

    20/05/2021

    O Democratas, partido do senador Marcos Rogério, foi às redes sociais para dizer que suas declarações não refletem o posicionamento do partido

     

  • 13h36

    20/05/2021

    Pazuello atribui a Bolsonaro decisão de não intervir na crise do oxigênio no Amazonas

     

    O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello atribuiu ao presidente Jair Bolsonaro a decisão de não aprovar um pedido de intervenção na saúde pública do Amazonas durante a crise da falta de oxigênio, em janeiro. Em depoimento à CPI da Covid nesta quinta-feira, 20, o general afirmou que o chefe do Executivo estava presente na reunião ministerial que negou a providência.

     

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    Adriano Machado/Reuters

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