Cheque boatos sobre covid-19 no WhatsApp com novo bot da IFCN em português
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Cheque boatos sobre covid-19 no WhatsApp com novo bot da IFCN em português

Rede internacional de checadores, da qual o 'Estadão Verifica' faz parte, lançou funcionalidade para ajudar a combater desinformação sobre o novo coronavírus

Estadão Verifica

04 de agosto de 2020 | 08h00

Quer checar informações sobre o novo coronavírus no WhatsApp? Entre em contato com o robô da International Fact-Checking Network (IFCN) no aplicativo de mensagens. A partir desta terça-feira, 4, a funcionalidade está disponível em português. Você pode pesquisar por verificações usando palavras-chave, receber as checagens mais recentes publicadas sobre a covid-19 e ler dicas para evitar o compartilhamento de desinformação.

O chatbot da IFCN é gratuito. Para interagir com ele, basta salvar o número +1 (727) 291 2606 na agenda de contatos do telefone e enviar a palavra “oi” para iniciar a conversa em português. Outra opção é recorrer diretamente ao link: https://poy.nu/ifcnchatbotPT.

O bot usa informações de checagens produzidas por mais de 90 organizações de todo o mundo, incluindo o Estadão Verifica. Desde janeiro, checadores de mais de 70 países identificaram mais de 7,1 mil informações falsas relacionadas ao novo coronavírus. Todas essas checagens são compiladas na base de dados CoronaVirusFacts, a maior colaboração de verificadores de fatos da história. Essa base de dados é atualizada diariamente pela IFCN para que os usuários do chatbot possam acessar os conteúdos mais relevantes e recentes.

Essa funcionalidade no WhatsApp também está disponível em inglês, espanhol e hindi. A versão em português do chatbot é um projeto da IFCN com o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio).

Veja como funciona o chatbot no vídeo abaixo:

Estadão Verifica também tem um canal de atendimento por meio do WhatsApp. Você pode entrar em contato por meio do número (11) 99263-7900. Como a demanda é muito alta, infelizmente não conseguimos responder a todas as mensagens, mas contamos com sua ajuda para identificar a desinformação que circula na plataforma de mensagens.

Tudo o que sabemos sobre:

fake news [notícia falsa]coronavírus

publicidade

publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: