Política

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Eleições 2018: Acompanhe a repercussão do 2º turno em tempo real

Eleitores foram às urnas em todo o País para escolher presidente e 14 governadores

Em todo o País, os eleitores foram às urnas neste domingo para escolher presidente e 14 governadores. 

 

Jair Bolsonaro está eleito presidente do Brasil. Com 100% das urnas apuradas, ele teve 55,1% dos votos contra 44,8% de Fernando Haddad (PT).

 

Após ser confirmado como o 38.º presidente eleito democraticamente no País, o deputado federal do PSL fez um discurso à Nação de compromisso com a liberdade, com a Constituição e com reformas. "Liberdade de ir e vir, liberdade política e religiosa, liberdade de opinião", disse Bolsonaro. 

 

Derrotado, Haddad afirmou em seu discurso após as eleições que "há muito em jogo" e falou em assumir o compromisso de fazer oposição e "defender a democracia e as liberdades" de quem votou nele.

 

Em São PauloJoão Doria (PSDB) derrotou Márcio França (PSB) por 51,7% a 48,2%. 

 

No Rio de Janeiro, o juiz Wilson Witzel (PSC) derrotou o candidato do Democratas (DEM)Eduardo Paes.

 

No Distrito Federal, o candidato Ibaneis Rocha (MDB) está eleito governador.

  

Em Minas GeraisZema foi eleito governador; enquanto o Rio Grande do Sul elegeu Eduardo Leite (PSDB), que derrotou o atual governador José Ivo Sartori (MDB).

 

Acompanhe a cobertura completa do Estado em tempo real

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  • 11h58

    29/10/2018

    Encerramos aqui a cobertura das eleições 2018. Obrigado.

  • 11h57

    29/10/2018

    Respeito à Constituição é 'único caminho', dizem juízes e procuradores a Bolsonaro

     

    Em nota pública conjunta, associações que reúnem juízes, promotores e procuradores da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) argumentam ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) que "o respeito à Constituição é único caminho". As entidades apontam para "o indispensável diálogo institucional". Segundo as entidades que formam a Frentas, "o respeito à Constituição Federal e à institucionalidade é o único caminho para o desenvolvimento de uma sociedade livre, justa e solidária". (Julia Affonso e Fausto Macedo) Leia mais aqui.

     

    Foto: Wilton Junior / Estadão

    bolsonaro

  • 11h51

    29/10/2018

    Mato Grosso do Sul

     

    A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (MS) informou que vai instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta da médica Beatriz Padovan Vilela. Um post no Facebook, publicado ontem, afirmando que a alta do paciente dependeria do voto de cada um, é atribuído à servidora. "Hoje é dia de maldade. Perguntar pro paciente em quem vai votar antes da alta. Dependendo da resposta, alta só segunda!! #B17 É dessa vitamina que o povo brasileiro precisa!", dizia a publicação.

     

    O perfil de Beatriz Padovan Vilela foi excluído. Entretanto, imagens de captura de tela do seu post circulam pelas redes sociais. Em esclarecimento enviado ao Broadcast Político, a Secretaria disse ainda que irá avaliar aplicação de eventuais sanções em detrimento do episódio. "É necessário que tal trâmite (procedimento administrativo) seja realizado antes de determinar eventual afastamento ou exoneração", disse a Secretaria na nota. (Isadora Duarte)

  • 11h37

    29/10/2018

    Leia no BR18: Ciro é um 'derrotado vitorioso'.

  • 11h34

    29/10/2018

    Filho de Bolsonaro agradece apoio de ministro italiano

     

    Em sua conta do Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito nas eleições 2018 Jair Bolsonaro, agradeceu ao ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, pela manifestação de apoio à vitória e afirmou que "o presente está chegando" ­– uma referência à uma provável extradição do ex-militante de esquerda Cesare Battisti, condenado por assassinato na Itália. Leia mais aqui.

     

  • 11h30

    29/10/2018

    Governo do Rio de Janeiro

     

    O governador eleito do Rio, Wilson Witzel (PSC), disse nesta segunda-feira, 29, que sua prioridade no governo será a geração de emprego, com a atração de empresas e investimentos para o Estado, e afirmou que os trabalhos de transição começam na quarta-feira, no Palácio Guanabara. Ele foi à Central do Brasil nesta manhã agradecer aos eleitores e, durante entrevista a repórteres, foi confrontado mais uma vez com a placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março. Placa semelhante foi destruída pelo então candidato a deputado estadual (eleito) Rodrigo Amorim (PSL), em ato de sua campanha. (Roberta Pennafort)

     

    Foto: Samuel klickSam / Arquivo Pessoal

    rio

  • 11h25

    29/10/2018

    Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep)

     

    Representante das escolas de ensino privado, a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) enviou hoje um ofício ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, sugerindo participação do setor na montagem do programa de governo para a educação. A entidade menciona a necessidade de "agir rápido e de forma estratégica para proceder o equilíbrio das contas públicas, bem como na melhoria da qualidade da educação brasileira". Para a Fenep, entidade que reúne sindicatos patronais do setor de ensino privado, a "escola particular brasileira desonera o Estado, oferecendo serviços que seriam de sua responsabilidade às famílias brasileiras". A entidade estima que a oferta de cursos particulares resulta em uma economia de mais de R$ 280 bilhões aos cofres públicos, mas reclama da "elevada e descabida carga tributária". (Dayanne Sousa)

     

    Foto: Pilar Olivares / Reuters

    bolsonaro

  • 11h20

    29/10/2018

    Organização Mundial do Comércio

     

    O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, parabenizou o presidente eleito, Jair Bolsonaro, do PSL, pela vitória nas eleições presidenciais do Brasil e afirmou que o órgão está pronto para contribuir com o progresso do País. (Niviane Magalhães)

     

  • 11h18

    29/10/2018

    BNDES

     

    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, afirmou há pouco que a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência representará a sequência de políticas adotadas pelo atual líder do Planalto, Michel Temer. "A eleição do novo presidente aponta para a continuidade da plataforma do governo Temer", disse Oliveira durante a abertura da 18.ª Conferência Internacional Datagro, realizada na capital paulista. Para Oliveira, com o mandato de Bolsonaro, "veremos a continuidade das reformas que o País precisa". Paulo Guedes, líder da equipe econômica do presidente eleito ontem, em segundo turno, já declarou sua disposição em manter a agenda reformista. (Nayara Figueiredo)

  • 11h16

    29/10/2018

    Anbima

     

    Depois da vitória de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) afirmou hoje, em nota, que as portas estão abertas para discutir com o novo governo "medidas que possam acelerar a expansão do PIB, aumentar a geração de empregos e incrementar os investimentos". A associação frisou que recebeu, ao longo do processo eleitoral, os representantes dos partidos e ouviu os coordenadores econômicos dos principais candidatos para debater a agenda de desenvolvimento para o Brasil. "Queremos manter com o futuro governo o mesmo diálogo aberto, franco e construtivo que tem pautado nossa relação com as autoridades ao longo da nossa história." (Fernanda Guimarães)

  • 11h14

    29/10/2018

    Leia no BR18: ‘Os arejados ventos da democracia’.

  • 11h11

    29/10/2018

    Militares recebem com alívio eleição de Bolsonaro 

     

    A área militar recebeu com alívio a eleição neste domingo de Jair Bolsonaro, ex-capitão do Exército, para a Presidência da República. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, resumiu o sentimento dos militares em relação à divisão que se impôs no País nos últimos tempos, trazendo enormes prejuízos a todos. "As fake news (notícias falsas) não contavam com a fortaleza das true news (notícias verdadeiras)", disse o ministro ao Estado. Etchegoyen acompanhou ao lado do presidente Michel Temer, no Palácio Alvorada, as apurações e a manifestação dos candidatos eleitos e derrotados.

     

    Oficiais ouvidos pela reportagem ressaltaram que Bolsonaro enfrentará dificuldades para governar. A avaliação corrente é de que um revés ou erros do próximo governo, que tem dois militares reformados à frente - além do capitão Bolsonaro, o vice-presidente eleito é o general de Exército Hamilton Mourão -, poderia gerar um ônus à imagem das Forças Armadas. Os militares salientam que o deputado do PSL era a única opção viável e agora pregam esforços para ajudar o seu governo a dar certo. Isso, no entanto, não passa por qualquer tipo de intromissão das Forças Armadas no governo, e vice-versa. (Tânia Monteiro) Leia mais aqui.

  • 11h08

    29/10/2018

    Governo de São Paulo

     

    O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que ainda não recebeu ligação dos principais lideres do seu partido, Geraldo Alckmin e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Questionado durante entrevista à Rádio Globo na manhã desta segunda-feira, Doria desdenhou a ausência de contato e disse que "isso não é importante". "Para mim, o que é importante é a eleição." 

     

    Doria emendou afirmando que reconhece a importância dos dois líderes de sua sigla, o prestígio e a força deles, mas que "ficar batendo nessa tecla não é significativo". "Significativo é ser eleito numa eleição em que infelizmente o PSDB saiu perdedor. E aqui saímos vencedores", afirmou o novo governador paulista. Ele ainda fez uma crítica velada ao seu atual partido e disse que o "muro" da sigla acabou.

     

    Na contramão dos tucanos, Doria disse que já conversou com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) ontem à noite. "Ele foi gentilíssimo comigo. Ficamos de ter um encontro nos próximos dias. Espero que hoje possamos sintonizar dia e horário", disse. (Cristian Favaro)

     

    Foto: Alex Silva / Estadão

    doria

  • 11h02

    29/10/2018

    Espanha

     

    O primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez previu nesta segunda-feira enormes desafios para o Brasil após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições, a quem evitou explicitamente parabenizar pela vitória. "O povo brasileiro decidiu seu futuro para os próximos anos. Os desafios serão enormes. O Brasil contará com a Espanha para alcançar uma América Latina mais igual e mais justa", disse o presidente socialista em um tuíte. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores desejou a Bolsonaro "sucesso para conseguir um Brasil próspero, justo e democrático, nesta nova etapa cheia de desafios, com confiança na força de suas instituições". Também mostrou sua predisposição em trabalhar com o novo presidente no "aprofundamento das excelentes relações bilaterais". (AFP)

     

  • 10h56

    29/10/2018

    Mercado financeiro no dia seguinte à eleição

     

    Às 10h32, o Ibovespa subia 2,06% aos 87.481,88 pontos. O dólar à vista caía 0,81% aos R$ 3,6242. Acompanhe as atualizações aqui.

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