Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Coligação de Meirelles contesta coligação de Alckmin no TSE

Pedido se deve a supostas falhas nas atas de convenção entregues pela campanha do tucano

Rafael Moraes Moura, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2018 | 22h09
Atualizado 17 de agosto de 2018 | 23h39

BRASÍLIA - A coligação do ex-ministro da Fazenda e candidato ao Planalto Henrique Meirelles – formada por MDB e PHS – decidiu nesta sexta-feira, 17, contestar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a coligação da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República nas eleições 2018, informou a assessoria da campanha do emebedista. Segundo, a campanha do emedebista não se trata de um pedido para impugnar a campanha do tucano.

De acordo com a campanha de Meirelles, há partidos em cujas atas "consta apenas a aprovação de coligação com o PSDB, mas não com as demais legendas". Até a publicação deste texto, a assessoria do emedebista não havia divulgado quais são os partidos com falhas nas atas. Um deles seria o DEM, apurou a Coluna do Estadão.

"Pela legislação, deve constar das atas expressamente a lista de todos os partidos com os quais se vai coligar. É como um contrato. Todas as partes envolvidas devem aceitar todas as condições estabelecidas. Caso contrário, o instrumento legal fica imperfeito e passível de anulação", informou a campanha de Meirelles.

Como o edital com a informação sobre o pedido de registro de Alckmin foi publicado no dia 10 de agosto, o prazo de cinco dias para contestação se encerra nesta sexta-feira, informou o TSE.  De acordo com a campanha de Meirelles, "caso o pedido seja aceito pela Justiça Eleitoral, o tempo reservado para esses partidos será redistribuído entre todos os candidatos".

Procurado pela reportagem, o presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (RR), informou que as estratégias de campanha "são definidas pela coligação". "Não é uma decisão partidária", disse.

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