Educação é o tema mais citado para ‘A Reconstrução do Brasil’

Do total de depoimentos exibidos pela ‘TV Estadão’ desde outubro, 35% mencionam a área ao falar sobre prioridades do País neste ano

O Estado de S.Paulo

31 Janeiro 2018 | 05h00

A educação é o tema mais citado entre os participantes do projeto A Reconstrução do Brasil, que diariamente exibe na TV Estadão o depoimento de um profissional diferente sobre suas prioridades para o País neste ano. Dos 117 depoimentos de diversos representantes da sociedade exibidos até o momento, 35% dos entrevistados citaram o tema como o mais importante para a Nação.

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Objetivos de cunho moralizante, como o combate à corrupção, foram mencionados por 14%. Também houve citações à necessidade de promover reformas no sistema político (12%) e na economia (5%). As áreas de segurança (2%) e saúde (2%) também foram mencionadas. 

Os vídeos do projeto A Reconstrução do Brasil começaram a ser exibidos no dia 7 de outubro do ano passado, exatamente um ano antes do primeiro turno da eleição presidencial de 2018.

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A participação é permitida a todos os cidadãos que não atuam diretamente no Executivo ou no Legislativo. Artistas, estudantes, advogados, empresários e representantes de outras 50 profissões já tiveram vídeos exibidos.

Para participar, basta postar um vídeo no Facebook, Instagram ou Twitter respondendo à questão “O que é fundamental para a Reconstrução do Brasil?”, com a hashtag #caminhospara2018. A gravação deve ter no máximo 20 segundos, e deve estar pública. Até a eleição, ainda serão veiculadas mais 248 mensagens gravadas.

‘Fundamental’. “Acho fundamental educação, saúde e saneamento básico”, disse a atriz Andréa Beltrão no primeiro vídeo da série. “Sem educação a gente não vai chegar a lugar nenhum. É a maneira que se tem de dar às pessoas uma enorme oportunidade”, reiterou.

“É preciso privatizar as empresas estatais, enxugar o tamanho do Estado, torná-lo mais eficiente”, afirmou o cientista político Fernando Schüler. “Tudo com o objetivo civilizatório de erradicar a pobreza e a miséria, para que este País tenha uma base de cidadania universal.”

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“Na campanha de 2018 temos de prestar atenção nas propostas, e não na fachada e na gritaria”, afirmou o professor de Políticas Públicas do Insper Milton Seligman, ex-ministro da Justiça no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

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