Redes Sociais/Reprodução
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Coordenador de campanha de Bolsonaro pede investigação por 'crime político'

Delegado Francischini (PSL-PR) disse que candidato falava sempre sobre a possibilidade de um ataque

Renan Truffi, O Estado de S.Paulo

06 Setembro 2018 | 18h33

BRASÍLIA - Coordenador político da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Delegado Francischini (PSL-PR) disse ao Estadão/Broadcast que vai entrar com representação na Polícia Federal para que seja investigada a possibilidade de o atentado contra o candidato do PSL ser um "crime político".  

"Queremos saber se tem um autor intelectual (do atentado). Para nós, é um crime político, ele (autor da agressão) foi filiado ao PSOL. Queremos saber se tem alguém acima desse cara, alguém que o induziu", disse.

Francischini disse que Bolsonaro "vinha falando sempre" sobre a possibilidade de ser atacado por alguém contrário à sua candidatura e, por isso, ele usava colete de proteção frequentemente. Na agenda desta quinta-feira em Juiz de Fora (MG), no entanto, Bolsonaro não usou o colete por conta do calor que fazia na cidade.

"Ele (Bolsonaro) estava tranquilo, estava muito feliz. Falei com ele hoje pela manhã. A gente não esperava um cara infiltrado para matar ele. O cara (autor do ataque) tentou acertar o coração, mas o segurança desvio o braço dele", afirmou Francischini.

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