Aras diz que cooperação internacional da PGR dará prioridade a investigação sobre o navio grego

Aras diz que cooperação internacional da PGR dará prioridade a investigação sobre o navio grego

Procurador-geral afirma que Operação Mácula, deflagrada nesta sexta, 1, 'merece todo apoio' e 'previne futuros casos'

Luiz Vassallo/SÃO PAULO

02 de novembro de 2019 | 13h42

Foto: Dida Sampaio/ESTADÃO

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou, neste sábado, 2, que disponibilizou a Secretaria de Cooperação Internacional dará prioridade à Operação Mácula, que mira o navio grego Bouboulina, suspeito de ser a origem do vazamento de óleo que atingiu as praias do Nordeste brasileiro.

“A atuação repercute de forma extremamente positiva nacional e internacionalmente, prevenindo futuros casos e, por isso, merece todo apoio da PGR, que inclusive já disponibilizou a secretaria de cooperação jurídica internacional para que trate o caso como prioritário”, diz Aras.

Nesta sexta, 1, a Polícia Federal realizou buscas em dois endereços do Rio de Janeiro – da Lachmann Agência Marítima e da empresa Witt O Brien’s. As companhias teriam relação com o navio petroleiro de bandeira grega.

Segundo o Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte, as investigações permitem atribuir ‘existência cristalina de fortes indícios’ de que o óleo veio do Bouboulina.

COM A PALAVRA, AUGUSTO ARAS

“Pessoal, segue nota do procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre a Operação Mácula:

“O Procurador-Geral da República vem a público parabenizar o trabalho da PR/RN, por meio dos Procuradores da República Victor Mariz e Cibele Benevides, pela excelente atuação na chamada Operação Mácula. O MPF demonstrou disciplina, harmonia com as demais instituições (PF e Marinha) e conseguiu tratar o caso do desastre ambiental na costa brasileira com a responsabilidade e o denodo que se espera dos membros do MPF. A atuação repercute de forma extremamente positiva nacional e internacionalmente, prevenindo futuros casos e, por isso, merece todo apoio da PGR, que inclusive já disponibilizou a secretaria de cooperação jurídica internacional para que trate o caso como prioritário.

Augusto Aras, Procurador-Geral da República.”

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