Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Wesley Batista pede que Senado adie seu depoimento à CPMI da JBS

Defesa do empresário, preso há dois meses, alega que ele não foi intimado previamente sobre depoimento previsto para esta quarta na comissão

Renan Truffi e Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

07 Novembro 2017 | 14h20

BRASÍLIA - O executivo Wesley Batista pediu o adiamento de seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, marcado para esta quarta-feira, 8, no Senado Federal. Em petição protocolada junto à comissão, os defensores de Wesley Batista afirmam que o cliente tem direito a ser intimado previamente, ainda que esteja preso.

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"O ora requerente, pelo fato de estar custodiado, não perde o direito à intimação prévia para o referido ato", diz o pedido feito pelos advogados de Batista. O documento afirma que o executivo também precisa de tempo para ser orientado por seus advogados.

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Diante dos argumentos, os defensores sugerem à CPMI que o depoimento seja adiado para a próxima semana. A reportagem do Broadcast Político procurou o presidente da comissão, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), que confirmou por meio de sua assessoria de imprensa que a oitiva está mantida.

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Assim como o irmão, Joesley, Wesley Batista está preso desde o início de setembro por suposta prática de insider trading - o uso de informação privilegiada para lucrar no mercado financeiro.

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