Wagner evita falar sobre possível nomeação a ministério

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), recusou-se a comentar a possibilidade de assumir um ministério em um eventual segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. "Não converso disso. Vocês de São Paulo conhecem bem essa história. Sentar na cadeira antes do final da eleição não dá sorte. Então vamos ganhar a eleição e depois a gente conversa sobre o resto", afirmou, durante evento com lideranças petistas no Centro de Tradições Nordestinas, na zona norte de São Paulo.

STEFÂNIA AKEL, Estadão Conteúdo

18 de outubro de 2014 | 16h39

O governador baiano, que elegeu seu sucessor no Estado, Rui Costa, no primeiro turno, vem sendo cotado para assumir um ministério caso Dilma seja reeleita. As expectativas giram em torno da Casa Civil. "Eu vim trazer o abraço dos baianos, dos que nos deram a vitória, e ajudar nesse sentido de transmitir energia positiva. Vim trazer a empolgação baiana", acrescentou, ao lado do governador eleito no Piauí, Wellington Dias (PT). "O segundo turno é uma nova eleição. Acreditamos na independência do eleitor de São Paulo. São Paulo tem uma nação nordestina aqui dentro."

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