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Visitas a Bolsonaro 'estão restritas, não proibidas', diz porta-voz

Presidente participou de reunião no hospital com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Jorge Oliveira

Mateus Fagundes e Lu Aiko Otta, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2019 | 18h38

O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 8, que as visitas ao presidente Jair Bolsonaro "estão restritas, mas não proibidas". Ele admitiu ainda que ministros venham a encontrá-lo nos próximos dias, mas que não há agenda prevista para este fim de semana. 

A declaração foi feita em resposta ao questionamento do motivo pelo qual a primeira visita de ministro a Bolsonaro foi feito pelo titular da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, acompanhado do subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Jorge Oliveira. "Foi uma questão de oportunidade", disse.

Bolsonaro e Tarcísio discutem o programa nacional de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita. "Eles vão conversar para posterior promulgação de nova legislação", afirmou Rêgo Barros.

Em toda a coletiva, o porta-voz manteve o tom otimista em relação ao estado de saúde de Bolsonaro. "Por ele, receberia alta hoje mesmo", disse, sorrindo. "Estou convencido que os médicos só liberarão o presidente quando ele tiver capacidade de sair do hospital pela porta da frente." 

Bolsonaro está bem humorado e segue de perto temas do governo, diz ministro da Infraestrutura -

Ao Estado, Tarcísio Gomes de Freitas afirmou que Bolsonaro está bem humorado e acompanhando de perto os temas do governo. 

Tarcísio foi tratar de uma norma para inspecionar quem trabalha nos aeroportos brasileiros. Mas, segundo relatou, Bolsonaro despachou vários outros assuntos. 

"Passou recomendações e diretrizes. Está acompanhando tudo. Saí, além de otimista, impressionado. Ele tem um vigor físico impressionante", informou o ministro. 

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