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Viegas descarta uso das Forças Armadas no campo

O ministro da Defesa, José Viegas, disse à Agência Estado, após audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a situação no País é de tranqüilidade e não há motivos para as Forças Armadas entrarem em ação para conter conflitos no campo e na cidade. "É claro que a situação do País é tranqüila", afirmou Viegas. "Não há nenhum problema ou risco para a soberania e a governabilidade". O ministro descartou a eventual convocação pelo presidente Lula de uma reunião do Conselho de Defesa Nacional para discutir os conflitos. Ele informou que, no encontro com o presidente, foi discutida especialmente a promoção de 20 oficiais-generais das três Forças e evitou fazer uma avaliação da declaração feita ontem pelo coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile, no município gaúcho de Canguçu, no Rio Grande do Sul. Segundo informou hoje o jornal "Zero Hora", Stédile teria dito que "a luta camponesa abriga hoje 23 milhões de pessoas. Do outro lado há 27 mil fazendeiros. Essa é a disputa". "Eu, como ministro da Defesa, não avalio essa questão, pois esse assunto não está sendo tratado pelas três Forças", disse o ministro da Defesa.

Agencia Estado,

25 de julho de 2003 | 18h13

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