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Vereadores de Duque de Caxias presos são transferidos

Dois vereadores de Duque de Caxias (RJ) e dois supostos milicianos presos durante a Operação Capa Preta foram transferidos ontem para o Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. O pedido de transferência foi feito Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). O subprocurador-geral de Justiça pediu a transferência devido à suspeita de participação dos acusados em uma série de crimes, incluindo dois homicídios, cometidos depois da operação, realizada em dezembro do ano passado.

AE, Agência Estado

24 de fevereiro de 2011 | 11h19

A transferência dos quatro presos contou com a colaboração do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Antes, o vereador Jonas Gonçalves da Silva e o soldado da Polícia Militar (PM) Angelo Sávio Lima de Castro estavam no Batalhão Especial Prisional (BEP) da PM. Já o vereador Sebastião Ferreira da Silva e o ex-policial Eder Fábio Gonçalves da Silva estavam presos no Complexo Penitenciário de Gericinó. A decisão da Seção Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) prevê a permanência deles em Campo Grande pelo prazo inicial de 360 dias.

De acordo com a investigação que deflagrou, em 21 de dezembro, a operação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRJ (Gaeco), a milícia "Família É Nós" era a mais bem estruturada de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo o MP-RJ, mesmo presos e respondendo à ação penal pelo crime de quadrilha armada, os líderes do grupo continuaram agindo para cooptar, coagir e matar autoridades e testemunhas que prestaram declarações contra eles.

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