Venezuela no Mercosul não é prioridade do governo, diz líder

Henrique Fontana diz que governo precisa votar outros projetos até o dia 22, como orçamento de 2008

Efe

26 de novembro de 2007 | 18h39

O governo tirou de suas prioridades legislativas as votações para a adesão da Venezuela no Mercosul, disse o novo líder da Câmara dos Deputados, Henrique Fontana (PT-RS). Ele substitui José Múcio, agora no ministério da Relações Institucionais após saída de Walfrido dos Mares Guia, denunciado no mensalão mineiro.       Veja também:  Chávez acusa o Congresso brasileiro de submissão aos EUA  Cronologia do impasse entre o Senado brasileiro e Hugo Chávez  Venezuela no Mercosul será bom para o bloco, diz ministro     Fontana disse que o motivo da retirada da entrada do país de Hugo Chávez ao bloco econômico da "lista de prioridades do governo" se deve a outras votações de interesse nacional que precisam ser concluídas antes do dia 22 de dezembro, como o orçamento do governo para 2008.   "A questão está andando bem, e as relações entre Brasil e Venezuela também. Não é preciso correr contra o tempo", disse Fontana.   O protocolo que abre as portas para a entrada da Venezuela no Mercosul na condição de membro pleno foi assinado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, em julho do ano passado, mas só foi ratificado até agora pelos congressos de Argentina e Uruguai.   Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou parecer do deputado Paulo Maluf (PP-SP), que recomendava a entrada da Venezuela no bloco. Agora, a proposta precisa ser votada no plenário da Casa e , em seguida, segue para o Senado Federal.

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