Veja especial do caso Renan

Depois de quatro meses sob fogo cruzado, Renan Calheiros (PMDB-AL) reincorporou o papel de presidente do Senado. Menos de 24 horas depois de comandar a rebelião do PMDB contra o governo, na última quarta-feira, 27, o senador voltou a ser personagem da articulação política no Congresso. De bom humor, foi amável com jornalistas, disse que engordou desde que a crise que o atinge começou e negou que a rebelião, na véspera, tenha qualquer relação com a tentativa do partido de mantê-lo no comando da Casa.  Na noite de quarta-feira, os peemedebistas do Senado deram recado claro ao Planalto de descontentamento e derrubaram a Medida Provisória 377, que criava a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo da Presidência. Renan admitiu que o PMDB procurou dar uma "demonstração de insatisfação", mas disse desconhecer em relação a que os parlamentares do partido estariam insatisfeitos. Veja especial sobre o caso:  Especial: veja como foi a sessão que livrou Renan da cassação Cronologia do caso  Entenda os processos contra Renan 

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