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Vaia de servidor é legítima e não surpreende, diz Marinho

O presidente da CUT, Luiz Marinho, disse que não se surpreendeu ao receber vaias dos funcionários públicos durante sua participação na audiência pública da Comissão Especial da Reforma da Previdência, na Assembléia Legislativa de São Paulo. "É um direito legítimo vaiar ou aplaudir", afirmou. Ele ponderou, no entanto, que existe diferença entre as motivações que provocaram a vaia dos servidores. "Uma parte vaia porque não entende a relevância da reforma, enquanto carrega um dispositivo ideológico, com a clara intenção de desgastar a central e o governo", avaliou. "Existe ainda uma parcela do funcionalismo público que tem medo das reformas e por isso se manifesta dessa forma, o que é absolutamente compreensível", complementou. Marinho reiterou que a CUT não vai abrir mão de suas posições sobre a reforma, apesar da oposição. "Muitos querem a retirada da proposta de reforma do Congresso, o que o governo já mostrou que não vai fazer e, na realidade, seria uma perda muito grande porque significaria que nada mudaria no sistema previdenciário", manifestou. Para ele, a CUT está ciente das responsabilidades e, por isso, prosseguirá com as negociações. "O governo tem força no Congresso para aprovar a reforma original. Por isso, é importante e fundamental debater, discutir o conteúdo", argumentou. Ele acredita que o encontro de amanhã com os governadores também poderá facilitar um acerto em torno de uma proposta de transição para os atuais e futuros servidores públicos.

Agencia Estado,

14 de julho de 2003 | 13h53

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