Vacinação enfrenta problemas no Rio

A campanha nacional de vacinação contra a poliomelite enfrentou problemas no Estado do Rio de Janeiro. Em pelo menos sete municípios, faltaram doses da vacina Sabin. Na capital, a zona oeste foi a mais atingida, porque muitos pais de Nova Iguaçu e de outros cidades da Baixada Fluminense foram aos postos da região em busca da vacina.Segundo o secretário municipal de Saúde, Ronaldo César Coelho, apesar dos problemas, a campanha conseguiu atingir o seu objetivo. ?Foi um sucesso. Aplicamos 83 mil doses nos 843 postos da cidade?, disse Coelho, que teve que buscar lotes extras da Sabin em Niterói, no Grande Rio.A falta de vacinas, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, ocorreu por falhas na distribuição do laboratório Pasteur Merieux que entregou lotes que, em vez de 20 doses, tinham entre 10 e 15 doses no máximo. A situação foi mais crítica em Teresópolis, Macaé, Quissamã, Volta Redonda, Itaboraí, Nova Iguaçu e Duque de Caxias. Segundo a médica Yolanda Gravim, coordenadora da campanha pela Secretaria Estadual de Saúde, nos municípios em que o problema foi detectado a vacinação irá continuar durante a semana.A partir desta segunda-feira, os pais poderão procurar os postos de saúde de 8h às 17h para vacinar seus filhos. ?O que não podemos é deixar nenhuma criança sem vacinação?, disse.O representante do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, informou que o Rio recebeu 1,6 milhão de doses para um universo de 1,1 milhão de crianças que deveriam ser vacinadas. O problema pode ter ocorrido, segundo Barbosa, durante a distribuição das doses.

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