Tuma Júnior se nega a dar explicações sobre denúncia

Depois de a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça anunciar entrevista, o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, afirmou que não daria explicações sobre sua suposta ligação com a máfia chinesa, conforme reportagem publicada hoje no jornal O Estado de S.Paulo. Numa rápida declaração à imprensa, Tuma Júnior disse que ainda não teve acesso à investigação da Polícia Federal que mostra a relação dele com um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo, Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li. "Não tive acesso. Mas prometo falar assim que tiver".

LEANDRO COLON, Agência Estado

05 Maio 2010 | 18h26

A entrevista foi prometida e anunciada pela assessoria de imprensa durante todo o dia. Após mais de cinco horas de espera por parte dos jornalistas, Tuma Júnior anunciou a desistência.

Mais cedo, ele disse que não era dono do cargo que ocupa. "O cargo não é meu", afirmou, minimizando as acusações. "Eu não fiz nada".

Tuma Júnior almoçou com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, durante reunião convocada às pressas para discutir o seu suposto envolvimento com Paulo Li.

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