Tuma deve disputar reeleição ao Senado, mesmo sem contar com apoio do PSDB

PTB não deve se coligar formalmente com tucanos, mas vai pedir votos para Geraldo Alckmin

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2010 | 09h41

SÃO PAULO - Sem apoio dos tucanos, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) deve disputar a reeleição de forma independente, afastado da chapa estadual encabeçada pelo PSDB, com o qual seu partido tende a formar uma "aliança branca".

 

O PTB não deve se coligar formalmente com o PSDB, mas pretende usar parte dos 2 minutos e 8 segundos diários de que dispõe na propaganda eleitoral para pedir votos para Geraldo Alckmin, virtual candidato tucano ao governo estadual. A outra parte do tempo será utilizada por Tuma. "É o suficiente para que o senador se viabilize nas urnas", disse o presidente do PTB em São Paulo, deputado estadual Campos Machado.

 

Para o Senado, os tucanos devem apoiar Orestes Quércia (PMDB) e lançar um candidato próprio, vaga disputada pelo ex-secretário estadual Aloysio Nunes Ferreira e os deputados federais José Aníbal e Mendes Thame.

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