Tucanos do PR insistem em defesa de CPI

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que não cederá às pressões da cúpula tucana e que vai trabalhar para permanecer no partido. "Esperamos uma outra alternativa política para encerrar o impasse", afirmou o senador. Hoje, Álvaro Dias e o senador Osmar Dias (PSDB-PR) ouviram do líder do partido, senador Sérgio Machado (CE), que a Executiva Nacional do PSDB deseja um entendimento até terça-feira próxima, quando a situação dos dois paranaenses voltará a ser discutida pelo comando partidário. Ontem à noite, a Executiva fechou questão contra a CPI da Corrupção, e coube a Sérgio Machado pedir aos dois senadores que retirem suas assinaturas. Álvaro Dias alegou que o fechamento da questão não é retroativo, e que tanto ele quanto Osmar não podem agora voltar atrás, retirando seus nomes do documento. No entanto, assumiu compromisso com o líder de respeitar todas as orientações e fechamentos de questão a serem definidos pelo PSDB daqui para a frente. "Mas essa questão da CPI está relacionada com o passado", disse Álvaro, que está liderando as pesquisas de opinião no estado para a sucessão estadual. Como presidente do Diretório Regional do PSDB no Paraná, Álvaro Dias informou que deixar o partido agora seria desmontar toda uma máquina, uma vez que o PSDB praticamente não existia quando ele assumiu o controle em 1994.

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