TRE-MG recebe 1.773 pedidos de registros de candidaturas

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) recebeu 1.773 pedidos de registros de candidaturas para os cinco cargos que serão disputados em outubro. No caso das chapas majoritárias, oito partidos ou coligações pediram registros de chapas para concorrer ao governo mineiro, assim como à vaga ao Senado, com uma previsão de gastos total R$ 151,8 milhões. O valor inclui os R$ 38 milhões que o ex-prefeito Tarcísio Delgado (PSB) afirmou que declarar como teto de gastos, apesar de o socialista não ter entregue a informação à Justiça Eleitoral.

MARCELO PORTELA, Agência Estado

07 de julho de 2014 | 21h09

Segundo o TRE-MG, um total de 1.098 pessoas fez pedido de registro para concorrer a uma das 77 vagas na Assembleia Legislativa do Estado, enquanto 635 apresentaram registros de candidaturas a deputados federais. A corte não divulgou os valores previstos com as campanhas, mas, de acordo com declarações dos advogados dos partidos, as que preveem maiores gastos são as do PSDB, com teto de R$ 7 milhões para deputados federais e R$ 4 milhões para os parlamentares estaduais.

Em seguida vêm PSB e PT, que definiu, respectivamente, limites de gastos de R$ 5,5 milhões e R$ 5 milhões para aqueles que disputarão vagas na Câmara dos Deputados e de R$ 3,5 milhões e R$ 3 milhões para a disputa por uma cadeira no Legislativo mineiro.

A campanha majoritária mais cara também será a do ex-ministro tucano Pimenta da Veiga, que prevê gastar até R$ 60 milhões com a campanha ao governo mineiro, enquanto o PSDB estima aplicar até R$ 20 milhões com a candidatura do ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado. O principal adversário dos tucanos, o também ex-ministro Fernando Pimentel (PT), declarou previsão de gasto de R$ 42 milhões com a disputa pelo governo e de R$ 6,2 milhões com a campanha do empresário Josué Alencar (PDMB) para o Senado.

Além do PT, PSDB e PSB, disputam o governo mineiro Fidélis Alcântara (PSOL), que prevê gastos de R$ 300 mil com a campanha; André Antônio Alves (PHS), que definiu teto de R$ 10 milhões; Cleide Donária (PCO), com gasto de R$ 30 mil; Eduardo Ferreira (PSDC), com estimativa de gasto de R$ 1 milhão; e Túlio Lopes (PCB), que estipulou o valor de R$ 500 mil para sua campanha.

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