Thomaz Alckmin não era o copiloto, esclarece empresa

A Seripatri, empresa responsável pelo helicóptero que caiu nesta quinta-feira e vitimou o filho do governador Geraldo Alckmin, Thomaz Rodrigues Alckmin, esclareceu que ele não estava como copiloto no momento do acidente e sim como convidado do piloto e tripulante, pois o modelo da aeronave ''Single pilot'' não possui espaço para um auxiliar do piloto.

CARLA ARAÚJO, ELIZABETH LOPES E DANIEL GALVÃO, Estadão Conteúdo

03 Abril 2015 | 00h22

Em nota divulgada há pouco, a empresa informou que além de Thomaz Alckmin, o acidente vitimou o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53, com mais de 30 anos de experiência, e o mecânico Paulo Henrique Moraes, 42, ambos funcionários da Seripatri. Havia ainda outros dois ocupantes: Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, mecânicos da Helipark, empresa de manutenção.

Segundo a empresa, o acidente ocorreu durante voo de teste, após a aeronave passar por manutenção preventiva. "O helicóptero, da marca Eurocopter, modelo EC 155, prefixo PPLLS, tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo e estava com sua documentação e manutenção rigorosamente em ordem. Neste momento de luto e enorme tristeza para todos, a Seripatri presta suas condolências a todas as famílias das vítimas", diz o texto divulgado há pouco pela empresa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.