Teto de R$ 2,7 mil não deve entrar no relatório, diz Rebelo

O líder do governo na Câmara, Lado Rebelo, embora não tenha sido tão enfático quanto Nelson Pellegrino, afirmou que dificilmente a proposta de aumentar o teto das aposentadorias para R$ 2,7 mil será incluída no relatório do deputado José Pimentel, cuja apresentação está prevista para amanhã às 11h. "Há uma sensibilidade da base em atender a alguma reivindicação da CUT. Mas fica difícil constar do relatório, a não ser que daqui para amanhã se amadureça uma posição", afirmou. Rebelo aponta como dificuldade para a inclusão da proposta a insegurança que o novo valor causaria junto aos governadores e ao governo sobre o impacto da medida no conjunto da reforma da Previdência. "Qualquer mudança para os governadores exige novos cálculos e essa avaliação não pode ser apenas técnica, pois precisa ser avaliado o impacto político tanto na ampliação da base de apoio, como nas dificuldades que este aumento provocaria na aprovação da reforma." Rebelo deixou claro que a base aliada ainda não decidiu se encampará ou não a proposta da CUT.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.