Testemunhas apontam filho de vereador como culpado pela morte do prefeito de Alto Paraíso

A suspeita de Ari Garcez Mendonça ter sido autor dos tiros reforça hipótese de rixa política

Rubens Santos, da Central de Informações

03 de setembro de 2010 | 14h19

SÃO PAULO - As testemunhas da  morte do prefeito de Alto Paraíso (GO), Divaldo William Rinco, de 50 anos, declararam o que reforça a suposição de o crime ter sido resultado de uma rixa política. Segundo elas, o autor dos 4 disparos feitos contra o prefeito foi Ari Garcez Mendonça, filho de um vereador da cidade, que já está sendo procurado pela polícia. Ele ainda não foi encontrado.

 

Divaldo foi assassinado às 22h45 de quinta-feira, em frente a um bar localizado na Rua Cinco, no bairro de Cidade Alta. Os tiros o atingiram na barriga e na boca e, mesmo tendo sido socorrido por policiais militares da 14ª Companhia Independente, não aguentou e morreu a caminho do Hospital Municipal Gumercindo Barbosa.

 

O corpo do prefeito ainda não foi liberado pelo IML, do município vizinho de Formosa. E o suspeito ainda está sendo procurado pela Polícia.

 

Alto Paraíso de Goiás, distante 418 quilômetros de Goiânia, é conhecido pelas belezas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Divaldo Rinco também exerceu o mandato de prefeito entre 1993-1996 e 2001-2004.

 

Divaldo era formado em Engenharia Agrônoma; chegou à cidade de Alto Paraíso, a 415 quilômetros de Goiânia, no norte do estado, em 1964 aos quatro anos de idade com seus pais. Foi vereador de 1989 a 1992; presidente da Câmara Municipal de 1989 a 1990 e já estava no terceiro mandato como prefeito.

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