Tereza Campelo pode ser a quinta mulher na Esplanada

Gaúcha como Dilma, assessora da Casa Civil pode ir para o Desenvolvimento Social

09 de dezembro de 2010 | 13h50

BRASÍLIA - Determinada a ampliar a cota de mulheres em seu governo, a presidente eleita Dilma Rousseff analisa duas indicações para assumir o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), que abriga o programa Bolsa Família: Tereza Campelo ou Márcia Lopes.

 

Veja também:

 

 

 

especialVeja como está a formação do governo de Dilma Rousseff

linkDilma deve indicar amiga da Casa Civil para Ministério do Desenvolvimento Social

linkMinistros se desdobram para atender Lula e Dilma

 

O nome de Tereza Campelo, assessora da Casa Civil, ganhou força nos últimos dias. Gaúcha como Dilma, ela seria uma opção à não permanência de Márcia Lopes no comando da pasta. Márcia, que era secretária-executiva, assumiu o MDS depois que o antigo titular, Patrus Ananias (PT), se afastou para se candidatar a vice-governador de Minas Gerais.

 

Dilma ainda não descartou a possibilidade de efetivar Márcia no posto, mas essa opção gera insatisfação em alguns setores do PT, porque ela é irmã do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, já confirmado como futuro ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência. Além das críticas de que haveria paulistas demais no futuro ministério, a efetivação de Márcia Lopes soaria como uma escolha oligárquica.

 

Até agora, Dilma confirmou três mulheres na Esplanada: a paulista Miriam Belchior no Planejamento, a catarinense Ideli Salvatti na Secretaria da Pesca e a deputada gaúcha Maria do Rosário na Secretaria Especial de Direitos Humanos. Ela também confirmou a chefe de comunicação do governo de transição, Helena Chagas, na Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.