Agência Estado
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Terceiro mandato seria 'violência' contra democracia, diz Aécio

Governador de Minas diz que conversou com Lula e percebeu que presidente descarta essa possibilidade

EDUARDO KATTAH, Agencia Estado

20 Maio 2009 | 16h25

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), disse nesta quarta-feira, 20, que a tese da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um terceiro mandato vem sendo difundida por setores do PT que "sempre tiveram muitas dúvidas sobre as possibilidades reais de vitória" do candidato do Planalto em 2010. Aécio não acredita que Lula embarque na proposta, possibilidade que para ele representaria uma "violência" contra a democracia e contra a própria biografia do presidente. Segundo o governador, também não há mais "tempo hábil" para que a hipótese seja aprovada no Congresso.

 

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"Em todas as conversas que eu tive com o presidente, eu percebi com muita sinceridade que ele descarta essa possibilidade. Seria, na verdade, acho que uma violência com a sua própria biografia. Acredito sinceramente que o presidente não se movimenta nessa direção", disse Aécio, após um almoço com o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). "Por outro lado, além de ser algo que significaria uma enorme violência à própria democracia, não há mais tempo hábil para que isso seja aprovado do ponto de visto consensual."

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