Tendências analisa crise e faz recomendações ao governo

Os brasileiros que residem nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste não estão livres de ter cortada a energia de suas casas, indústrias e estabelecimentos comerciais. "Essa perspectiva baseia-se no raciocínio de que a meta global de contenção voluntária, 20% frente à média de maio a julho de 2000. É muito ambiciosa e dificilmente será atingida", escrevem os analistas da Tendências Consultoria Integrada no Boletim Mensal de Junho. O documento, divulgado hoje, integra a parte de Análises e Estudos do setor de Energia do AE Setorial/Infocast, serviço online da Agência Estado voltado para o mercado empresarial. Em artigo anexo ao Boletim o sócio da Tendências, o economista José Márcio Camargo recomenda que o governo indique soluções para os problemas estruturais de energia. Segundo ele, a estratégia do governo tem dois lados, um positivo e outro negativo. "O positivo é que finalmente o Brasil aprendeu que existe um mercado de energia e que os agentes consomem menos se o preço é maior. O lado negativo é a persistência em utilizar controle de qualidade, o que a cada dia parece mais difícil de operacionalizar". Para ler as notícias diárias sobre Energia (incluindo uma sinopse das reportagens dos principais jornais do País, agenda e cenário) produzidas pela equipe da Agência Estado em todo o Brasil e por seus correspondentes no exterior, as análises e os estudos elaborados pela Tendências Consultoria Integrada, escritos com exclusividade para o AE Setorial/Infocast, acesse pela Internet o endereço www.infocast.com.br.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.