DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
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Temer diz que reforma ministerial deve ser anunciada na sexta

A expectativa era que as medidas fossem anunciadas nesta quinta; a presidente, inclusive, havia marcado uma viagem para sexta, ao interior da Bahia, mas cancelou o compromisso diante das dificuldades de fechar o novo formato do ministério

Valmar Hupsel Filho e Isadora Peron, O Estado de S. Paulo

30 de setembro de 2015 | 21h51

Brasília - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta noite acreditar que a reforma ministerial vai ser anunciada somente na sexta-feira, 2. Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff ainda tem "muita coisa" para decidir em relação à nova configuração da Esplanada. "Não sei se não vai ficar para sexta-feira. Tem muita coisa para resolver ainda", disse.

A expectativa era que as medidas fossem anunciadas nesta quinta. A presidente, inclusive, havia marcado uma viagem para sexta, ao interior da Bahia, mas cancelou o compromisso diante das dificuldades de fechar o novo formato do ministério.

Nesta quinta, ela vai se encontrar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir os últimos detalhes da reforma. Na semana passada, os dois também estiveram juntos. Depois de muito resistir, Dilma acatou os conselhos do padrinho político e decidiu dar mais espaço ao PMDB no governo e substituir o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, por Jaques Wagner (Defesa).

Nesta quarta, Temer passou o dia reunido com aliados do PMDB, como os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil), Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Helder Barbalho (Pesca). Os três têm batalhado para não perder o cargo na reforma. O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), nome mais cotado para assumir o Ministério da Saúde, também esteve com o vice.

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