Taxação de inativos não será moeda de troca, diz Tarso

A proposta de taxar os inativos pela Previdência foi aprovada por mais de dois terços dos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e, portanto, não será pelo governo como moeda de troca para aprovação do restante da reforma previdenciária no Congresso Nacional, garantiu o ministro Tarso Genro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social."Os conselheiros indicaram que deveria haver contribuição dos inativos a partir de R$ 2,4 mil. O que houve, depois, foi um acordo com os governadores para rebaixar o valor para R$ 1.058,00 em função da crise dos Estados, que possuem milhões de aposentados e pensionistas com baixos rendimentos; a reforma como estava não ajudaria os Estados", assegurou. Segundo Tarso Genro, a visão do governo, sustentada pelo CDES, é de que os inativos devem contribuir e isso será negociado com o Congresso. "Essa opinião foi tirada depois de muito debate, com muita responsabilidade e, portanto, não é ?bode na sala?", esclareceu. Tarso Genro se reuniu esta tarde com o presidente da Bovespa, Raymundo Magliano Filho.

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