Tática de Chinaglia dá certo

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), trabalhou ontem para esvaziar o plenário. A pretexto de obter presença para manter votações na próxima semana, a última antes do recesso, Chinaglia agiu para impedir a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na sessão de ontem do Congresso, expondo mais uma disputa política com o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN).No Senado, os parlamentares trabalharam até a madrugada com a expectativa de anteciparem o recesso a partir de ontem. O recesso começa no dia 18, mas o Legislativo fica proibido de encerrar os trabalhos se não tiver votado a LDO, em sessão do Congresso, até essa data. Chinaglia liberou os parlamentares de registrarem presença e sugeriu que viajassem a seus Estados. A estratégia deu certo: dos 513 deputados, apenas 214 tinham registrado presença na sessão. Era necessário o mínimo de 257.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.