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Tasso acha impossível governadores aceitarem paridade

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse que a posição dos governadores tucanos irá "abalizar" a bancada do partido no Senado na votação da reforma da Previdência. Tasso admitiu que a manutenção das aposentadorias integrais, proposta apresentada oficialmente ontem pelo governo para os atuais servidores, poderá ser acatada, desde que seja compensada por alguma medida que cubra o buraco que será deixado. ?Acho praticamente impossível que os governadores aceitem a paridade ( pagamento para os inativos dos mesmo índices de reajuste concedidos aos servidores da ativa), "sob pena de punir o País inteiro". Tasso participa de um almoço com o governador de Minas, Aécio Neves (PSBD-MG), no Palácio das Mangabeiras, sede do governo estadual. Ele chegou acompanhado dos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ). O ministro da Casa Civil, José Dirceu, cancelou sua participação no almoço, que conta ainda com a presença da ministra da Ação Social, Benedita da Silva. Ela, Dirceu e os senadores serão homenageados esta tarde com a Comenda Oficial do Dia de Minas Gerais, na cidade de Mariana. O senador tucano criticou o recuo do governo nos últimos dias e pediu respeito ao "proposto inicialmente na reforma da Previdência". Segundo ele, a disposição da bancada do PSDB no Congresso é apoiar o governo naquilo que ele fez de correto. "E o que ele fez de correto foi a primeira mensagem que ele enviou sobre a Previdência." O senador não concorda com a possibilidade de qualquer tipo de compensação na reforma tributária por eventuais perdas dos Estados na proposta previdenciária.

Agencia Estado,

16 de julho de 2003 | 15h35

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