Tarso quer criar fundo especial para ensino superior

O ministro da Educação, Tarso Genro, estuda a criação de um fundo especial para o ensino superior, como já ocorre no ensino fundamental, como alternativa para financiar o fortalecimento das universidades públicas. O financiamento é um ponto central da reforma universitária planejada pelo governo Lula, cuja meta é duplicar o número de matrículas nas instituições federais até 2007.Tarso também promete apresentar uma proposta revolucionária de abertura de vagas públicas nas universidades privadas. A idéia é aproveitar a ociosidade hoje existente nas instituições particulares em torno de 38%. O projeto está sendo formatado e depende do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Quanto às críticas ao projeto, Tarso diz que todas as visões sobre financiamento existentes serão consideradas no debate, incluindo propostas mais radicais, como a de não-pagamento da dívida externa ou de criação de um imposto sobre grandes fortunas - idéias defendidas por sua filha, a deputada Luciana Genro, expulsa do PT.O ministro, contudo, já aponta problemas em opções como a taxação de ex-alunos das universidades federais, proposta citada pelo grupo interministerial encarregado de discutir saídas para a crise universitária na gestão do ex-ministro Cristovam Buarque. Para Tarso, a taxação de ex-alunos é de "difícil trânsito constitucional" e responsabiliza indevidamente apenas uma parte da sociedade.Ele também já disse ser contrário à cobrança de mensalidades dos estudantes. Ele ressalva, porém, que a criação de um fundo ou imposto específico para financiar a educação superior está limitada pela já excessiva carga tributária.O ministro da Educação, Tarso Genro, estuda a criação de um fundo especial para o ensino superior, como já ocorre no ensino fundamental, como alternativa para financiar o fortalecimento das universidades públicas. O financiamento é um ponto central da reforma universitária planejada pelo governo Lula, cuja meta é duplicar o número de matrículas nas instituições federais até 2007.Tarso também promete apresentar uma proposta revolucionária de abertura de vagas públicas nas universidades privadas. A idéia é aproveitar a ociosidade hoje existente nas instituições particulares em torno de 38%. O projeto está sendo formatado e depende do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Quanto às críticas ao projeto, Tarso diz que todas as visões sobre financiamento existentes serão consideradas no debate, incluindo propostas mais radicais, como a de não-pagamento da dívida externa ou de criação de um imposto sobre grandes fortunas - idéias defendidas por sua filha, a deputada Luciana Genro, expulsa do PT.O ministro, contudo, já aponta problemas em opções como a taxação de ex-alunos das universidades federais, proposta citada pelo grupo interministerial encarregado de discutir saídas para a crise universitária na gestão do ex-ministro Cristovam Buarque. Para Tarso, a taxação de ex-alunos é de "difícil trânsito constitucional" e responsabiliza indevidamente apenas uma parte da sociedade.Ele também já disse ser contrário à cobrança de mensalidades dos estudantes. Ele ressalva, porém, que a criação de um fundo ou imposto específico para financiar a educação superior está limitada pela já excessiva carga tributária.

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