Tarso Genro critica benefícios iguais a torturador e torturado

'Querer fundir (as duas condições), dizer que ambos estão anistiados, é uma fraude histórica e jurídica'

Luciana Nunes Leal, Agencia Estado

29 de outubro de 2009 | 13h02

O ministro da Justiça, Tarso Genro, voltou a criticar nesta quinta-feira, 29, a tese de que torturadores e torturados devam ser igualmente beneficiados pela anistia. "Querer fundir (as duas condições), como fazem pessoas ilustres muito próximas de mim, que sou ministro, dizer que ambos estão anistiados é uma fraude histórica e jurídica", afirmou o ministro, no Rio de Janeiro.  

 

Pré-candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Genro afirmou que gostaria de deixar o Poder Executivo no fim do ano para que a transição para o novo ministro seja feita em janeiro e fevereiro, meses que ele considera "politicamente mortos". O ministro da Justiça participou da abertura de um curso sobre Justiça de Transição.

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