Tarso defende inclusão de fidelidade partidária na reforma

O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, defendeu nesta terça-feira, em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), a inclusão da fidelidade partidária na proposta de reforma política. Para ele, a infidelidade partidária gera desordem do sistema político e incentiva o surgimento de práticas fisiológicas. "A fidelidade partidária reduz o fisiologismo e o processo de mercantilização partidária", disse. O ministro lembrou que a falta de fidelidade partidária faz com que muitos políticos usem seus mandatos como instrumento de negociação com o poder. Durante sua intervenção na reunião do CDES, Tarso também defendeu o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais. Outro ponto defendido por ele foi a adoção de listas partidárias fechadas para as eleições, ou seja, o eleitor passaria a votar em partidos políticos e não mais em candidatos.

Agencia Estado,

05 Dezembro 2006 | 19h02

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