Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

Tabata Amaral diz que extinção de processo do PDT mostra que ação teve razões políticas

O partido havia aberto processo contra deputados que votaram a favor da reforma da Previdência

Bárbara Nascimento, Agência Estado

23 de novembro de 2019 | 12h13

SÃO PAULO - A deputada Tabata Amaral (SP) afirmou neste sábado, 23, que a decisão do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de extinguir os processo abertos contra os deputados da legenda que votaram a favor da reforma de Previdência evidencia que houve perseguição política em relação a ela. A deputada aguarda decisão judicial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para deixar o partido sem perder o mandato

Ela ponderou que a posição do PDT não muda sua situação ante o TSE e estimou em seis meses a decisão. Só então, disse, irá analisar uma nova legenda. 

"Não muda absolutamente nada. A única coisa que eles fizeram foi sinalizar que não foi tão grave assim o que aconteceu. Acho que cabe a eles explicar à Justiça porque a perseguição pessoal em torno do meu nome. Não muda os prazos, não muda a minha defesa. Eles mostram que foi sim por razões políticas, houve perseguição em relação a mim e eles agora expliquem o porquê, porque eu não entendi até hoje", disse.

A decisão do PDT extinguiu os processos abertos contra quatro dos oito deputados federais que votaram a favor da reforma. Os outros quatro recorrem à Justiça e só terão situação decisão do TSE. 

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