Suspeitos de envolvimento no valerioduto negam crimes

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o senador Eduardo Azeredo (PSDB) e o ex-tesoureiro Cláudio Mourão, citados no relatório da Polícia Federal (PF), afirmaram na segunda-feira que não há indícios contra eles que possam enquadrá-los pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. "Já demos todas as explicações e no nosso modo de ver haveria no máximo uma infração eleitoral, crime que já está prescrito porque ocorreu há mais de oito anos", explicou o advogado de Valério, Marcelo Leonardo. Por meio de sua assessoria, o senador tucano informou que não comentaria o relatório por desconhecer o teor da denúncia. Azeredo, no entanto, refutou a eventual acusação de peculato "porque todas as contas de seu governo foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado".Otávio Junqueira Caetano, advogado de Mourão, considerou a eventual acusação de peculato como "discutível" por não ocupar cargo público na época. Caetano disse que o ex-tesoureiro "nunca se furtou a falar e vai responder a tudo na Justiça".

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