Suplicy diz ter fé e esperança de que vai conseguir se encontrar com Dilma

Ex-senador e secretário de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo está tentando marcar uma audiência com a presidente há dois anos

Ana Fernades, O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2015 | 14h36

SÃO PAULO - O ex-senador e atual secretário de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, Eduardo Suplicy (PT), lamentou nesta terça-feira, 23, através de seu perfil no Facebook o novo cancelamento do encontro com a presidente Dilma Rousseff. Apesar de vir tentando há dois anos sem sucesso, Suplicy não adotou um tom de confronto. Ele disse que estava "super animado" e que ficou triste com o cancelamento, mas afirmou ter "fé e esperança" no reagendamento pois confia na palavra de Dilma.

"Após 2 anos de espera, finalmente ontem teria uma audiência com a presidenta Dilma. Já em Brasília, super animado, recebi um telefonema cancelando o encontro, sem que nova data fosse agendada. Fiquei triste, mas não desistirei. Escrevi mais uma carta à presidenta lembrando do compromisso que assumiu pessoalmente de me receber este mês em Brasília. Confio em sua palavra. Tenho fé e esperança que ela me receba para conversarmos sobre a constituição de um grupo de trabalho para estudar a implantação gradual da Renda Básica de Cidadania. A defesa da RBC cresce em todo o mundo. O Brasil foi protagonista ao ser o primeiro país a aprovar uma lei, em 2004", diz a postagem.

Suplicy tenta há dois anos uma audiência com a presidente para tratar da lei de sua autoria, que propõe a adoção da Renda Básica de Cidadania para todos os cidadãos brasileiros. A lei foi sancionada em 2004 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda depende de regulamentação para ser colocada em prática. 

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