Supla diz que pode ajudar a mãe em questões culturais

A troca de ministras na Cultura, de Ana de Hollanda por Marta Suplicy, gerou brincadeira que tomou o meio cultural: "Sai a irmã do Chico Buarque e entra a mãe do Supla". De seu apartamento em Los Angeles, o quarentão punk-rock contou ao jornal O Estado de S. Paulo que está disposto a emprestar sua expertise de artista à sua mãe nas questões culturais. "Se minha mãe quiser, eu vou ajudar, sim. Se eu tiver horário, porque também não tenho tempo nem pra me coçar direito, entendeu? Ela tem muito trabalho pela frente porque se ela entrou no lugar da Hollanda é porque estava dando muito problema, não é isso? Tipo a história dos direitos autorais...", disse ele.

DÉBORA BERGAMASCO, Agência Estado

13 de setembro de 2012 | 09h30

Supla soube pelos jornais sobre o novo cargo da mãe porque há muito tempo não fala com ela, nem ao telefone. "Estou ocupado, fazendo meus corres, com turnê por todos os Estados Unidos", referindo-se aos shows com sua banda Brothers of Brazil, formada com seu irmão, João.

Filho do senador petista Eduardo Suplicy, o cantor afirmou que nunca recorreu a leis de incentivo com renúncia fiscal para seus projetos, justamente para não dar margem a críticas, mas diz que se sente injustiçado. "A gente bem que merecia receber um dinheiro porque somos dos poucos a divulgar o nome do Brasil aqui fora. Sabe quem conseguiu fechar o contrato da minha banda com uma gravadora americana? Não foi o Lula, nem a Dilma, nem o Fernando Henrique. Fomos eu e meu irmão, que cantamos e os caras acharam a gente f..." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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