STJ não reduz pena de Jorgina

A fraudadora da Previdência Social Jorgina de Freitas não conseguiu convencer os ministros da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a reduzirem a pena de 12 anos imposta a ela pelo crime de peculato. Jorgina queria que sua pena fosse reduzida para 8 anos, já que parte dela já estaria prescrita, segundo a defesa. Para tentar convencer os ministros, a advogada da fraudadora lembrou que no ano passado o STJ decretou a prescrição do crime de bando ou quadrilha. Na época, os ministros concluíram que a sentença judicial que autorizou a sua extradição de Jorgina da Costa Rica para o Brasil previa apenas a condenação pelo crime de peculato.Relator do recurso, o ministro Gilson Dipp afirmou que o objetivo real da advogada de Jorgina era rediscutir o caso para conseguir uma decisão mais favorável à fraudadora. "Contudo, sem qualquer fundamento", concluiu o ministro.

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