STJ mantém data de julgamento de promotor

O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Gallotti, negou liminar em habeas-corpus que solicitava o adiamento do julgamento do promotor de Justiça, Igor Ferreira da Silva, acusado de ter assassinado a mulher Patrícia Aggio Longo, grávida de sete meses, em Atibaia, interior paulista. Com isso, fica mantido o julgamento para quarta-feira, dia 18, pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo. A defesa do promotor também pedia a realização de um novo exame de DNA para provar que o feto, morto em conseqüência dos vários tiros desferidos contra a mãe, era filho do acusado. O teste genético feito anteriormente, por um perito da Universidade de São Paulo, demonstrou que o feto não era filho de Igor Ferreira. O ministro Gallotti também negou o pedido.

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