STF nega liminar a acusado de mandar matar Dorothy Stang

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, negou novo pedido de extensão de habeas-corpus solicitado por Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida. Em 29 de junho, a Primeira Turma do STF, em 29 de junho, determinou a soltura do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão. Os dois são acusados de serem os mandantes do assassinato da missionária Dorothy Stang, ocorrido em fevereiro de 2005, em Anapu (PA). A defesa de Bida pediu a extensão do benefício concedido a Regivaldo Pereira Galvão, sob o argumento de que as razões que fundamentaram as prisões preventivas de Vitalmiro e Regivaldo são as mesmas.Em sua decisão, a ministra Ellen Gracie, considerou "incabível a extensão do benefício pleiteado, visto que os decretos prisionais não foram embasados em motivos de caráter exclusivamente objetivos, de modo que se pudesse a eles aplicar o mesmo entendimento, esposado pela Primeira Turma desta Corte no julgamento do habeas-corpus", decidiu.O pedido de extensão de liminar nesse processo já havia sido negado pela ministra Ellen Gracie no início de julho.

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