STF mantém prisão preventiva de Bumlai

Pecuarista foi preso na Operação Lava Jato sob suspeita de participar de uma operação fraudulenta em que um contrato firmado com a Petrobrás foi usado para quitar uma dívida do PT

Beatriz Bulla, O Estado de S. Paulo

02 de fevereiro de 2016 | 17h19

BRASÍLIA - A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou habeas corpus ao pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Turma referendou decisão do relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki. A decisão se deu sem discussões durante a sessão de julgamentos.

 

Zavascki negou, no dia 9 de dezembro, o habeas corpus proposto pela defesa do pecuarista. Bumlai foi preso em uma das fases da Operação Lava Jato em novembro do ano passado. Ele é suspeito de participar de uma operação fraudulenta em que um contrato firmado com a Petrobrás foi usado para quitar uma dívida do PT.

 

Em decisão de dezembro, confirmada hoje pelos ministros da 2ª Turma do STF, Teori Zavascki negou o pedido de habeas corpus para não gerar "supressão de instâncias", já que o pedido de liberdade ainda não foi analisado por órgão colegiado do Superior Tribunal de Justiça (STJ). "O habeas corpus foi impetrado diretamente contra decisão monocrática emanada de ministro do STJ", escreveu Zavascki.

 

O pecuarista está em prisão preventiva na superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR).

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