SP tem primeira morte por dengue hemorrágica contraída no Estado

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou nesta segunda-feira o primeiro caso de morte por dengue hemorrágica contraída no Estado. Os exames de uma professora, da região de Piracicaba, que morreu no dia 5 de fevereiro, comprovam que ela contraiu a doença. Os testes foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz. A professora teve contato com um motorista que veio do Rio. Os dois filhos dela também contraíram dengue e estão sendo tratados.Já a capital paulista tem mais três casos confirmados de dengue transmitidos na cidade. O número de casos autóctones subiu de seis para nove, todos na zona norte da capital. São dois novos casos na Vila Medeiros e um no Pari. A cidade ainda acumula outros 253 casos importados de dengue, incluindo uma morte pela forma hemorrágica. No total, são 262 casos da doença. Na sexta-feira, eram 190. Os dados são da Secretaria Municipal da Saúde de SP.Laboratórios particulares fazem exame diagnóstico de dengue. O teste é feito com amostra de sangue. "O exame mostra se a pessoa está com dengue ou se teve a doença no passado", explica o infectologista Celso Granato, do laboratório Fleury. "O teste não é capaz de identificar o tipo do vírus ou quantas vezes a pessoa teve a doença."Chamado de sorologia para dengue ou detecção de anticorpos antidengue, o exame é coberto por vários planos de saúde. No Fleury, os convênios pagam a maior parte dos testes solicitados. Já no Delboni Auriemo, a maioria dos pacientes paga como particular. O preço do varia de R$ 100 a R$ 178, de acordo com o laboratório.

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