SP: secretário descarta aumento no 'Minha Casa'

O secretário da Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, descartou a possibilidade de aumento do teto do valor dos imóveis destinados à baixa renda dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

CIRCE BONATELLI, Agência Estado

13 de fevereiro de 2012 | 23h15

"Pelas reuniões de que tenho participado a posição do governo federal é de não aumentar (o teto). E a do governo de São Paulo é de manter o apoio adicional de R$ 20 mil", disse o secretário durante cerimônia de posse do nova diretoria do Secovi-SP.

Pelo convênio firmado entre os governos de São Paulo e o federal estão previstos investimentos de R$ 8 bilhões para construção de 100 mil moradias até 2015, desse total R$ 6,1 bilhões virão do governo federal e, R$ 1,9 bilhão do governo do Estado.

Com os recursos do governo paulista foi possível elevar o subsídio a unidade habitacional financiada no Estado de R$ 65 mil, que é o custo máximo previsto no programa federal, para R$ 85 mil. "O teto anterior praticamente inviabilizava projetos residenciais para baixa renda na região metropolitana", disse Torres. "O novo teto vai acelerar o projeto", afirmou.

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