SP pretende fazer leilões para pagamento de precatórios

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje que, neste ano, metade dos pagamentos dos precatórios (ordens judiciais para que o poder público pague dívidas com pessoas jurídicas e físicas) será feita por meio de leilões. A outra metade seguirá a ordem cronológica, explicou o governador.

FERNANDA GUIMARÃES, Agência Estado

12 de fevereiro de 2012 | 13h36

"Metade obrigatoriamente tem que seguir a ordem cronológica e para a outra metade tem várias opções, para este ano escolhemos os leilões", explicou o governador. O objetivo com os leilões, disse Alckmin, é diminuir o valor da dívida e ao mesmo tempo realizar um número maior de pagamentos. No leilão, os credores recebem o dinheiro com um determinado desconto, mas o pagamento é feito à vista e antes do prazo.

O governador disse que a meta é finalizar o pagamento dessas dívidas antes do prazo, estabelecido para 2022. "Costumo brincar: feliz do governador depois de 2020, que não terá mais que pagar precatório e terá ainda o dinheiro do pré-sal", comentou.

Alckmin afirmou, ainda, que o governo paulista estuda, junto com a Procuradoria Geral do Estado, "formas de aprimoramento" para que haja um menor número de condenações.

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