Em nota, Solidariedade diz que não afastará citados na Lava Jato

Segundo o partido, citação a Tiago Cedraz e Luciano Araújo, alvos de busca e apreensão da Polícia Federal, são  mentirosas

DAIENE CARDOSO, Estadão Conteúdo

16 de julho de 2015 | 18h49

São Paulo - O Solidariedade divulgou nota na tarde desta quinta, 16, informando que não afastará de seus quadros o tesoureiro nacional do partido, Luciano Araújo, e o secretário de Assuntos Jurídicos, Tiago Cedraz. Ambos são citados na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, e foram alvos de busca e apreensão da Polícia Federal nesta semana.

"O presidente do partido Solidariedade, deputado federal Paulo Pereira da Silva, informa que o partido desde já elimina a possibilidade de afastamento do tesoureiro nacional, Luciano Araújo, e do secretário de Assuntos Jurídicos, Tiago Cedraz. Destaca ainda que o partido Solidariedade apoiará os integrantes em questão e credita as denúncias a uma delação premiada baseada em mentiras", diz a mensagem.

Já o PPS decidiu protocolar pedido de informações ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as denúncias contra Cedraz, que é filho do presidente da Corte, Aroldo Cedraz. "Trata-se de uma denúncia grave, que precisa ser apurada com urgência pela Corregedoria desta Corte, além de outros indícios de tráfico de influência no âmbito do TCU", justifica o deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS no ofício.

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