LEONARDO SOARES/AE
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Socorro ágil ajuda na recuperação de AVC, dizem especialistas sobre caso de Marisa Letícia

Situações de acidente vascular cerebral com sangramento, como ocorreu com a ex-primeira-dama, não são as mais comuns, segundo neurologista

Paula Felix, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2017 | 00h07

Especialistas afirma que a evolução do paciente no caso de uma hemorragia cerebral causada pela ruptura de um aneurisma depende de uma série de fatores que vão desde a agilidade para o socorro, passando pela localização da lesão até características individuais. Segundo os especialistas, o tipo de AVC que a ex-primeira-dama Marisa Letícia teve também não é o mais comum.

“Pela literatura, uma pessoa a cada seis no mundo vai ter um AVC, mas o tipo mais comum é a isquemia, quando há um entupimento da artéria, e não sangramento. São 80 a 85% dos casos de isquemia e 15 a 20% são sangramentos, que podem ser aneurismas e outras doenças vasculares”, disse Pedro Varanda, neurologista do Hospital Quinta D’Or.

Esse tipo de AVC pode não ter sintomas, de acordo com o paciente, mas há sintomas que podem ser reconhecidos. “Um dos sintomas é uma dor de cabeça súbita, que pode ser muito forte”, afirmou Cícero Galli Coimbra, professor de neurologia e neurociências da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

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