Socialite nega ilegalidade em empréstimo

Apresentadora Val Marchiori diz que valor solicitado ao Banco do Brasil seguiu regras exigidas para a transação

O Estado de S. Paulo

21 de outubro de 2014 | 16h09

A socialite e apresentadora de televisão Val Marchiori negou nesta terça-feira, 21, qualquer ilegalidade no empréstimo de R$ 2,7 milhões repassados pelo Banco do Brasil para a empresa dela, a Torke Empreendimentos. Por meio de nota, a empresária afirmou que "o empréstimo solicitado ao Banco do Brasil, a partir de uma linha subsidiada pelo BNDES, disponível para todos os empresários brasileiros, seguiu todas as regras e normas exigidas pelos bancos envolvidos, não tendo recebido qualquer favorecimento."

Em reportagem publicada na edição desta terça-feira, o jornal Folha de S. Paulo informou que o empréstimo repassado para a Torke Empreendimentos contrariou as normas internas dos dois bancos. A empresa de Marchiori recebeu um juro subsidiado de 4% para a compra de caminhões.

Segundo a reportagem, a empresária não pagou o empréstimo anterior que tomou no Banco do Brasil nem tinha capacidade financeira para receber o montante. "O Grupo, ao qual pertence a Torke Empreendimentos, possui vasta experiência do mercado de transporte desde 1998 e, consequentemente, vários contratos em operação, com grandes empresas brasileiras, razão pela qual, além das receitas, demonstrou lastro financeiro para a concessão do financiamento", afirmou a empresária. "Repudia-se a tentativa de envolver indevidamente a empresa Torke Empreendimentos em manchetes jornalísticas, até porque cumpre, com rigor, todas as suas obrigações contratuais e legais", afirmou a socialite.

Tudo o que sabemos sobre:
Val Marchioriempréstimo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.