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Silêncio foi a tônica da maioria dos depoentes até agora

Em funcionamento há quatro meses, a CPI do Cachoeira transformou-se na "CPI do Silêncio", onde impera o mutismo dos envolvidos com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos.Dos 32 depoentes, apenas 13 falaram. A lei do silêncio em vigor é fruto de acordo entre governistas e oposição, que decidiram pela dispensa de depoentes com habeas corpus para ficar calados.

EUGÊNIA LOPES, Agência Estado

20 de agosto de 2012 | 09h54

A estratégia teve como objetivo poupar futuros depoentes, como Fernando Cavendish, principal acionista da Delta, que vai depor no dia 29. "Vai ficar muito ruim para esta CPI o senhor Cavendish ficar calado", diz o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). "O mais importante são as provas técnicas e não os depoimentos", rebate o presidente da CPI, Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Para o relator, Odair Cunha (PT-MG), o fato de o depoente não falar sinaliza seu envolvimento com Carlos Cachoeira. Mesmo diante da falta de avanços na investigação, a CPI do Cachoeira deverá ser concluída até 4 de novembro. Cunha já começou a alinhavar o relatório, que pretende apresentar entre o primeiro e segundo turnos da eleição, provavelmente no dia 16 de outubro. No relatório, Cunha deverá propor ao Ministério Público o indiciamento do governador tucano Marconi Perillo (GO) e do prefeito petista de Palmas, Raul Filho. Afinal, a maioria dos envolvidos já foi presa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo]

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